terça-feira, 8 de maio de 2012

Primeiro de maio em Cuba

Enquanto as ruas da Europa se enchem de trabalhadores em franca confrontação com seus governos e seus estados, reprimidos brutalmente, na Cuba Revolucionária que, segundo os europeus, inclusive de esquerda, é um regime ditatorial horrível, o povo cubano enche sua praça da revolução para reforçar seu apoio à sua revolução, aos seus trabalhadores nacionais e internacionalistas, a sua juventude segue firme no seu ideal socialista. Quem estará certo?

Para ver o Cuba Hoy especial de primeiro de maio, clique aqui.






 Fontes das fotos: Perfil do Facebook do Partido Comunista de Cuba - PCC

terça-feira, 1 de maio de 2012

Professor Marcos Formiga eleito Diretor-Presidente do Centro Celso Furtado



Professor Marcos Formiga eleito Diretor-Presidente do Centro Celso Furtado

O Conselho Deliberativo do Centro Celso Furtado, reunido dia 19 de março de 2012, sob a presidência da professora Tania Bacelar, elegeu o professor Marcos Formiga para o cargo de Diretor-Presidente do Centro Internacional Celso Furtado, em substituição do professor Luiz Carlos Delorme Prado que pediu afastamento por motivos pessoais. Nos termos do Estatuto do Centro, o professor Marcos Formiga completará o mandato da atual diretoria até ao seu termo, dia 18 de outubro de 2012, quando serão eleitos os novos dirigentes do Centro.

Segue a sua nota biográfica.

Marcos Formiga é graduado e pós-graduado em Economia (UFPE) e Política de Ciência e Tecnologia (Universidade de Londres). Atua há três décadas em áreas de Economia Regional e Educação Internacional, C&T, e Educação Aberta e à Distância. No Sistema CNI/SENAI/IEL coordenou estudos e análises que resultaram em publicações, como as contribuições da Indústria à Reforma da Educação Superior (2005), Modernização e Inovação da Engenharia (2006), Programa Brasileiro de Aceleração Tecnológica com ênfase em Engenharia (BRASILTEC 2008) e Engenharia para o Desenvolvimento (2010). Em 1989, quando dirigia o INEP, participou com o prof. Fredric Litto, da USP, da concepção e implementação da “Escola do Futuro”, hoje referência internacional como laboratório de educação científica pelo uso de Tecnologias da Informação e da Comunicação. Em 1998, a convite do reitor da UnB, prof. Lauro Morhy, foi responsável pela implementação, e primeiro coordenador, do Laboratório de Estudos do Futuro.
Além das atividades acadêmicas em Recife e Brasília, exerceu funções de direção nos Ministérios da Educação (CAPES, Secretaria Geral e INEP); Ciência e Tecnologia (CNPq e FINEP); e Integração Nacional (Superintendência da Sudene, Secretário Nacional da Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste/SUDECO). Foi Superintendente da Fundação Roberto Marinho (RJ, 1994-97), responsável pela equipe de elaboração do Telecurso 2000. Desde junho de 1995 é Vice-Presidente da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) e, de março de 2003 a junho de 2011, foi assessor especial da Presidência da CNI, vinculado ao SENAI-DN, onde coordenou a iniciativa iNOVA Engenharia.
É membro-instituidor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Colaborou com os projetos “Livro Verde”, da Sociedade da Informação do Brasil, “TICs 2015” para o NAE/CGEE/ABDI, e ARARA (Planejamento Estratégico da SUFRAMA 2008-2012). É membro-profissional da “World Future Society”, conceituada instituição mundial de Estudos do Futuro, sediada nos Estados Unidos. No Congresso anual 2010, em Boston, apresentou, com Marcondes Moreira de Araujo, trabalho sobre os 50 anos de Brasília conjugado aos horizontes do desenvolvimento brasileiro. Organizou com o prof. Fredric Litto o primeiro volume da publicação “Educação à distância — estado da arte” (Pearson e ABED), vencedora do prêmio Jabuti em Educação de 2009.

Cresce a renovação da economia como ciência social

Reproduzo em seguida um dos últimos números da Heterodox Economics Newsletter que faz um amplo resgate do desenvolvimento de uma heterodoxia econômica que une Pós e/ou neokeynesianos, institucionalistas e eventualmente marxistas na tarefa necessária de derrubar o pensamento único neoliberal que corrompeu as ciências sociais e as políticas públicas dos últimos 30 anos. Chamamos a atenção para a impotância também da Associação Internacional de Economia Política que busca apresentar uma perspectiva marxista nesse contexto pós neoliberal. Veja-se também os cãs da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP) e a Sociedade de Economia Política Latino Americana  (SEPLA). Veja-se também o manifesto dos economistas alemães com especial ênfase do papel da ética nas ciências sociais e em particular na economia que se aproxima do PEKEA ( Political anda Ethical  Knowledge and Economic Activity) com sede em Rennes, França, da qual tenho o prazer de ser o Presidente de Pesquisa de Honra.


Heterodox Economics Newsletter

Issue 130 | April 30, 2012

Editorial

We’d like to start off by encouraging our readers to see (and support) the memorandum, Towards a renewal of economics as a social science, supported by 103 academics in the German-speaking world.  The memorandum is supported by researchers from across the social sciences and seeks “to encourage economists to foster a culture of paradigmatic openness.”  It takes a global effort, and more than a gradual encroachment of ideas, to overthrow the power of vested interests...
A must-go for me (TJ) is the annual Association for Institutional Thought (AFIT) conference. The conference took place in Houston a few weeks ago and it turned out to be another interesting conference.  In particular, there was a series of debates on the convergence/divergence between Institutionalism and Post Keynesianism; and the session by three student paper competition winners was most interesting (student papers can be found here). The 2013 AFIT conference will be taking place in Denver, April 10-13. The call for papers will be announced soon.
A last minute reminder: the due date for paper proposals for the 11th International Post Keynesian Conference, the URPE-ASSA 2013 Conference, and the SCEME Seminar is all May 1st. We'd also like to remind you that the Newsletter is published every three weeks (and every four weeks during our summer break, May - August). Please send us your calls for papers, job postings, and the like well ahead of the next issue date so we can include them in a timely manner.
Happy May day!
Tae-Hee Jo and Ted P. Schmidt, Editors




Table of Contents





Manifesto pela renovação da Economia como uma Ciência Social

Berlin, 13 March 2012*

An initiative by Ulrich Thielemann, Tanja von Egan-Krieger and Sebastian Thieme



Preliminary note

The memorandum primarily addresses the situation of economics as an academic discipline, including management, in the German-speaking world (that is, most prominently Germany, but also Switzerland and Austria). Hence, most of the articles mentioned below are in German. The phrases used are our own translations. The original memorandum was published on 4 April 2012. Its initial signers were 103 professors from a wide variety of academic disciplines (sociology, economics, philosophy, political science, education science, and many others). Over the course of the past three weeks, approximately 600 scholars, students, and professionals have signed the memorandum.


The ongoing financial crisis has revealed a pervasive crisis of economics as an academic discipline:

  • Today, even established scholars like Thomas Straubhaar call for an «end to economic imperialism» and advocate a fundamental «renewal of [economic] theory», that is, a departure from the currently predominant core paradigm of economics, adopted as the solely legitimate scholarly perspective for addressing economic issues. It is worth noting that outside of the German academic scene there is a wider awareness of the need of a «New Economic Thinking», resting on the assumption that economics actually has lost its paradigm.

  • Several established scholars concede that most mainstream economists did not anticipate the financial crisis. On the contrary, many observers and some scholars regard mainstream economics as being responsible for laying the theoretical groundwork for an economic policy that caused and increased the crisis. Two core components of this theoretical groundwork are the so-called «efficient market hypothesis» and an understanding of «rationality» as represented by «homo oeconomicus».

  • Moreover, it is widely held that economists legitimized policies characterized as «neoliberal», or as «market-compliant». This has led to growing disparities in income and wealth which are regarded as another source and an important dimension of the current crisis.

  • Student groups call for an integration of ethical reflection as a «golden thread» of the economics curriculum in order to enable economic practitioners to act in a responsible manner.

  • Social scientists from a wide variety of disciplines as well as human resources managers are concerned that studying economics today fosters an «economization» of thinking which is regarded as highly questionable from an ethical perspective.

  • For quite some time already, students of economics have been criticizing the «disregard for concrete realities» of the mainstream economic thinking they are confronted with in class. The trend towards mathematization and quantification neglects the fact that economics, at its core, is a social science, not a natural science, and needs to be regarded as part of the humanities. 

These erroneous trends, widely criticized, are not just ivory-tower problems within economics as an academic discipline, but rather issues of overall significance for society at large. In a society where economic patterns of rationality pervade and economize nearly every aspect of life, a distanced and unbiased perspective is needed in order to evaluate these developments. However, the standard career paths currently dominant in academic mainstream economics prevent the development of substantially different perspectives on economic issues. In order to further their careers, young scholars today are being forced to publish articles in highly specialized scholarly journals that only take into account mainstream positions. Swiss economist Bruno S. Frey has called this deplorable practice «academic prostitution» because young scholars' intrinsic research interests are being systematically replaced by opportunism. This has led to a dogmatic encapsulation of economics as  paradigmatic innovation is systematically discriminated against. We believe that this situation is untenable because it prevents scholars from advancing knowledge.

Every discipline needs paradigmatic diversity. Currently, the predominant way of addressing economic activity lies exclusively in the domain of a single paradigm. This paradigm, albeit in different variants, is dedicated to the «advocacy of the market» (Friedrich Breyer). Economics, as an academic discipline, needs to escape this circle of paradigmatic encapsulation. Paradigmatic pluralism is urgently needed especially in times of crises, and given the current circumstances outlined above, the process of opening the discipline for fundamentally new views also needs to be initiated from outside of the ivory tower of economics.

  • We, the signatories of this memorandum, therefore would like to encourage economists to foster a culture of paradigmatic openness. This includes the active encouragement of perspectives which deviate, or even fundamentally oppose, mainstream economic thinking. It includes being interested in open discourse on these different perspectives in order to foster and revive a culture of open, fair, and constructive debate. A discipline that has secluded itself from critical reflection on its paradigmatic and normative fundaments is a «science» in name only.


  • We ask the authorities of higher education who are politically responsible for maintaining its scientificity to set the course of research policy so as to ensure that paradigmatic pluralism finds its way back into economics again. This should include incentives for decreasing the reliance on publishing rankings solely based on bibliometric criteria when it comes to assessing and directing academic careers. Currently, such ratings first and foremost only guarantee conformity with the mainstream paradigm. Scientific progress and the advancement of academic insights cannot be measured based on publishing output but need to be assessed substantially and argumentatively.


  • We ask the authorities of higher education responsible for setting up academic curricula to integrate heterodox and multidisciplinary views into the curricula of economics programs. This includes in particular the integration of courses which critically reflect on the ethical consequences of economic policy as well as the ethical foundations of economic theory.


  • We ask the institutions responsible for funding research to ensure that the allocation of research grants maintains paradigmatic pluralism and avoids academic monism. Special care needs to be taken to ensure that financial power and financial interests do not encroach on academia and undermine its paradigmatic pluralism.

Economics, by its recommendations and by the world view it conveys, pervasively affects society at large in a wide variety of ways, by and large unrecognized by «practical men», as Keynes put it. As a mature discipline and a branch of the social sciences, void of dogmatism, economists should aspire to contribute to the good life of everybody and a fair society and economy. We believe that constructive controversies on the basic and specific meaning of this assertion, carried by a culture of open-minded and fair debate, should become an ordinary part of research and teaching.

Se você quiser assinar este manifesto, sinta-se livre para fazê-lo. Ele pode ser assinado aqui.

XI Conferencia Internacional de Inteligencia Territorial: presentacion de resumenes



Estimadas/os

Tenemos el agrado de invitarlos a participar de la XI Conferencia Internacional de Inteligencia Territorial  "INTELIGENCIA TERRITORIAL Y GLOBALIZACIÓN.  TENSIONES,TRANSICIÓN Y TRANSFORMACIÓN" que se realizará los días 17-20 de octubre 2012 en la ciudad de La Plata (Pcia de Buenos Aires, Argentina). 

La XI INTI La Plata 2012 es organizada por el Equipo TAG Territorio, Actores y Gobernanza para la Transformación, conformado por investigadores del IDIHCS "Instituto de Investigación en Humanidades y Ciencias de la Educación" de la Universidad Nacional de La Plata, CONICET y otras universidades argentinas; colectivo miembro de la red científica INTI International Network of Territorial Intelligence.

Los antecedentes son, principalmente, 10 conferencias internacionales a cargo de de la ENTI (European Network of Territorial Intelligence) en Francia, España, Bélgica, Italia, Rumania y los I a VI SIIT Seminarios Internacionales de Inteligencia Territorial organizados por el Equipo TAG en Argentina, Uruguay y Colombia, entre 2009 y 2011; entre otros.

La recepción de abstracts vence el 11 de mayo, en el sitio web del evento http://inti.fahce.unlp.edu.ar/ cuentan con toda la información relevante y actualizada del mismo (Inscripción, Pautas de formato, etc).
Confiando en poder compartir proyectos y saludarlos personalmente, reciban un cordial saludo.


Documentário "Tempo da Travessia"


Segue o link para visualização do trailer do documentário Tempo da Travessia, dirigido por Carlos Vin Lopes: http://www.youtube.com/watch?v=uv6b7gsBxbE 

O documentário narra um pouco da Caravana da Integração, realizada pela Iniciativa UFBA Latina (http://www.inulat.ufba.br/) em 2010, da qual fui coordenador acadêmico. O projeto levou 17 estudantes de diversas áreas do conhecimento de graduação e pós-graduação em um ônibus da Universidade Federal da Bahia para viajar por 9 países da América do Sul (Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela) na tentativa de entender o que é de fato a América Latina. A Caravana da Integração foi registrada como projeto de extensão do Departamento de Ciência Política da UFBA, contou com apoio da Unila, do Centro Celso Furtado, da Itaipu Binacional dentre outros parceiros. 


Página do doc [también en español]: http://www.tempodatravessia.com.br/index.htm

Sobre a repercussão do trabalho de Monica Bruckmann



Continuamos a divulgar a repercussão do trabalho de Monica Bruckmann sobre a geopolítica dos recursos naturais latino-americanos. Alguns setores dos movimentos populares parecem querer ignorar a importância da utilização destes recursos de maneira soberana e com o máximo de preço correto e valor agregado através da industrialização do produto. Ademais, buscando avançar ao máximo na gestão local e dos movimentos sociais da exploração destes recursos em harmonia com o meio ambiente e as necessidades das populações locais. Contudo seria uma posição simplesmente absurda querer ignorar as possibilidades econômicas de explorar estas riquezas para o incremento das condiçõs de vida das populações locias e de toda a nação e a região envolvida que é a América Latina.




Rodríguez Araque: "Estamos con vientos favorables para Suramérica"

Foto: Ministro Alí Rodríguez Araque en el programa Dossier
Caracas, 06 de Diciembre de 2011 (Prensa MPPEE).-El evidente contraste que existe entre la severa crisis que afecta al área del Atlántico Norte producto de la mundialización del capital financiero y el vertiginoso crecimiento en la Unidad del Sur, fue el tema tratado por el Ministro del Poder Popular para la Energía Eléctrica (MPPEE), Alí Rodríguez Araque, en el programa "Dossier" transmitido por Venezolana de Televisión.

"Existe una crisis en los sistemas capitalistas, que afecta, no a una parte de él sino a todo el sector. Las causa de esta crisis viene dada por varios factores, entre ellos el problema fundamental es que cada vez más en el sector productivo se agota por la ola tecnológica, lo que conlleva una fatiga, una declinación del sistema. Esto trae un reajuste de los costos laborales, como en el caso de Estados Unidos, que buscaba la importación de una fuerza laboral barata y ahora dicta leyes severas y represivas. Además existe una especulación financiera" precisó.

Por el contrario el Sur, entendido como los países Suramericanos, Latinos y Caribeños, presenta una enorme cantidad de recursos naturales, que son sin duda alguna factor de crecimiento y expansión para la región.

El Ministro Rodríguez Araque citó el libro de Mónica Bruckmann "Recursos naturales y la geopolítica de la integración Sudamericana" para referir que la disputa global por los recursos naturales es uno de los elementos más marcantes de la dinámica del capitalismo contemporáneo y de su lógica de acumulación; entendiendo que América del Sur es un espacio importante de esta disputa, por sus vastas reservas de recursos estratégicos que posee y por su condición histórica de ser una región exportadora de materias primas.

El momento fue preciso para que Rodríguez Araque informara: "Estamos con vientos favorables para Suramérica, el clima de confianza, fe y convicción, está presente hoy en día.  UNASUR-CELAC, son prueba de ello, la capacidad de conformar una sola identidad y ciudadanía”. 

Dijo además que fue muy alentadora la atmósfera en la cual transcurrió la CELAC, debido a que se evidenció una gran voluntad política y solidaridad para el desarrollo de planes para la economía, donde quedaron abiertas todas las posibilidades para una verdadera integración.




Livro "O Brasil em evidência: a utopia do desenvolvimento"

Já está nas minhas livrarias do país o livro "O Brasil em evidência: a utopia do desenvolvimento", organizado por Paulo Emílio Matos Martins e Oswaldo Munteal.  Gostaria de chamar a atenção para meu artigo "Teoria da Dependência: um balanço", que compõe com outros a parte dedicada à Teoria da Dependência.

Abaixo a sinopse do livro feito pela editora que da FGV que publicou o livro. O link do mesmo na FGV é http://www.editora.fgv.br/?sub=produto&id=501 . Também, na sequência, o sumário do livro.


"Este livro é resultado de um extenso e fecundo trabalho de discussão das ideias de expressivos nomes do pensamento social brasileiro das décadas de 1940 a 1970. Em 37 textos de autores de várias instituições acadêmicas das cinco regiões do País e de diferentes visões, a obra traz depoimentos sobre a vida e a
obra de 15 expressivos pensadores do Brasil do período denominado desenvolvimentista, apresentados ao simpósio "O Brasil em Evidência: a utopia do desenvolvimento", organizado por Paulo Emílio Matos Martins e Oswaldo Munteal, no âmbito do Programa de Estudos de Administração Brasileira (ABRAS) na Ebape/FGV, em 2008, em celebração ao centenário de nascimento de Josué de Castro.
Com o mesmo título do evento que o inspira, este livro foca as obras de Celso Furtado, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, Guerreiro Ramos, Milton Santos, Nelson Werneck Sodré, Octavio Ianni, do homenageado Josué de Castro, de Paulo Freire e de Ruy Mauro Marini e Theotônio dos Santos - formuladores da Teoria da Dependência."

Sumário:

Desenvolvimento e solidariedade

Eduardo Campos

Para não ser mais um palimpsesto

Paulo Emílio Matos Martins e Oswaldo Munteal



I – Rememorando a obra de Josué de Castro

Josué de Castro: arauto da paz

Anna Maria Castro

Josué de Castro e Djalma Batista: um triângulo virtuoso

José Seráfico

Josué de Castro: um intelectual-político

Marcelo Mário de Melo

Josué de Castro: por um mundo sem fome

Tânia Quaresma



II – Paulo Freire: uma pedagogia para a transformação do Brasil

Paulo Freire: a pedagogia da organização

Joysi Moraes e Maria Ceci Misoczky

Para além do projeto desenvolvimentista: Paulo Freire e sua proposta educacional

Fernando Vieira

Educação é ato político

Ivan Cavalcanti Proença

Paulo Freire: alfabetização e utopia de transformação do Brasil

Zacarias Gama



III – Darcy Ribeiro e a utopia de uma nova civilização

Darcy, um brasileiro

Fernando Sá

Da ninguendade ao povo brasileiro: um ensaio sobre a antropologia dialética de Darcy Ribeiro

Adelia Miglievich

América latina e o direito à educação republicana: memórias e fazimentos de Darcy Ribeiro

Lia Ciomar Macedo de Faria



IV – Teoria da Dependência e o Brasil na era da globalização

Teoria da Dependência: um balanço

Theotônio dos Santos

O pensamento social de Ruy Mauro Marini

Carlos Eduardo Martins

Tradição e intertradicionalidade

Paulo M. d’Avila Filho



V – A sociologia engajada de Octavio Ianni: os rumos do Brasil

Octavio Ianni, Estado e desenvolvimentismo. Ou algumas questões sobre o populismo e o seu colapso no Brasil

Claudio Gurgel

A sociologia de Octavio Ianni e o Brasil

Marilene Corrêa de Freitas



VI – Celso Furtado e o mito do desenvolvimento econômico

Celso Furtado e o mito do desenvolvimento econômico

Marcelo Milano Falcão Vieira

Celso Furtado: um intelectual brasileiro

Alexis Toríbio Dantas e Cintiene Sandes Monfredo

Celso Furtado e a utopia do desenvolvimento

João Paulo dos Reis Velloso

Celso Furtado, da economia à política

Ricardo Ismael



VII – Milton Santos e a natureza do espaço

Milton Santos (1926-2001)

Oswaldo Munteal e Tahirá Endo Gonzaga

A contribuição de Milton Santos para o ensino da Geografia escolar

Cesar Alvarez Campos de Oliveira

Revisitando algumas ideias de Milton Santos sobre o negro no Brasil

Magali da Silva Almeida

A produção intelectual de Milton Santos vista através de sua trajetória espacial: uma interpretação

Mônica Sampaio Machado



VIII – Florestan Fernandes e o pensamento da Escola Paulista

Florestan: sociólogo e socialista

José Paulo Netto

Florestan Fernandes, a Escola de São Paulo e a sociologia crítica e militante

Aluizio Alves Filho

A Escola Nacional do MST: um símbolo vivo do legado acadêmico/militante de Florestan Fernandes

Marcos Antonio Pedlowski

Florestan Fernandes e a contribuição da Escola Paulista

Renan Freitas Pinto

Florestan Fernandes: a utopia do desenvolvimento autônomo a serviço da transformação social

Sedi Hirano



IX – Nelson Werneck Sodré: da nova história à micro-história

Presença de Nelson Werneck Sodré

Francisco José Calazans Falcon

Nelson Werneck Sodré: um marxista polêmico que ousou pensar um projeto para o Brasil

Hiran Roedel

Nelson Werneck Sodré

Joel Rufino

Nelson Werneck Sodré e as Raízes históricas do nacionalismo brasileiro

Maria Emilia Prado

Elementos para uma reflexão sobre a imprensa brasileira a partir da historiografia de Nelson Werneck Sodré

Octavio Penna Pieranti



X – Guerreiro Ramos e a sociologia em mangas de camisa

Alberto Guerreiro Ramos: um guerreiro exilado

Paulo Emílio Matos Martins

O drama de ser dois: um sociólogo engravatado

Fernando G. Tenório

Guerreiro Ramos: teoria e prática da sociologia em mangas de camisa

Frederico Lustosa da Costa




sexta-feira, 27 de abril de 2012

Renasce o pensamento crítico nas Ciências Sociais chilenas

Há uma retomada dos estudos de Ciências Sociais numa vertente crítica no Chile. Recebemos por ocasião de nossa visita alguns dos trabalhos que representam essa tendência:

1) Vitalizando la Historia Política - Estudios sobre el Chile reciente (1960-2010), que pode ser baixado neste link.



2) Babel - Revista de arte y critica:


«Percorrer as páginas de Babel é incursionar num mundo mítico… Um mundo que pode nos representar hoje utópico e incompreensível, aonde a arte e a vida não se haviam todavia exilado uma da outra e o imaginar e o fazer pareciam configurar uma identidade co-natural». Editada entre os anos 1939 e 1951, e considerada com justeza uma das melhores revistas culturais que já apareceram no Chile, Babel, revista de arte e crítica, jaz hoje no mais completo esquecimento. Num esforço por resgatá-la do abandono, este trabalho de recompilação se propõe oferecer ao leitor um conjunto de escritos que consigam dar conta de sua riqueza e despertem o desejo de conhecê-la.



 
 
 
 
Este quinto volume da revista Babel se soma aos já publicados em 2008. Nesta ocasião, se reunem os artigos do próprio Enrique Espinoza publicados no período chileno de Babel –selecionados e com notas editoriais a cargo das sociólogas da Universidade de Valparaíso, Lorena Fuentes e Pierina Ferretti– e que foram organizados tematicamente. Neste caso: "Crítica político-cultural".




 
 
 
 
 
 




 

3) Livro de Eduardo Devés Valdés e César Ross Orellana, Las ciencias económico-sociales latinoamericanas en África Sudsahariana, Santiago: Ariadna Ediciones e CLACSO, 2009.





4) De Jaime Massardo, El ojo del cíclope: Comentarios críticos a propósito del proceso de globalización, Santiago: Ariadna, 2008.

ÍNDICE

Introducción. El ojo del cíclope: un desafío político

Cinco observaciones sobre globalización

I Globalización y construcción de conocimientos. Notas a propósito de la investigación en ciencias sociales en América Latina
II Globalización e industria de la imagen en América Latina
III Globalización y equilibrio ecológico en América Latina
IV Cultura y globalización treinta años después del golpe de Estado de 1973
V La sorprendente modernidad de la lucha del pueblo mapuche

Apéndice:

Conversando con Michael Löwy









5) O livro de Jaime Massardo, La formación del imaginario político de Luis Emilio Recabarren: Contribución al estudio crítico de la cultura política de las clases subalternas de la sociedade chilena, Santiago: LOM, 2008.

O livro revela como o operário tipógrafo Luis Emilio Recabarren foi construindo seu olhar sobre a sociedade que orientaria sua atividade política. Tenta contribuir a uma compreensão crítica do processo de formação da cultura política das classes subalternas das sociedades latino-americanas, em geral, e da chilena, em particular. É um texto que pode resultar atraente a quem participou da vida política do mundo operário e popular, e a todo público sensível às condições nas que se tem desenvolvido a luta social no Chile.












6) O livro Releyendo a Antonio Labriola... com textos de Marcelo Alvarado, Pierina Ferretti, Georges Labica, Jaime Massardo e Antonio A. Santucci, editado pela Ariadna Ediciones, Santiago do Chile em 2006.

O livro aborda diversos aspectos do pensamento do marxista italiano Antonio Labriola, bem como sua trajetória pessoal. Discute o impacto de suas idéias na América Latina.

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