quinta-feira, 14 de abril de 2011

COBERTURA DE SITE COLOMBIANO DEL 4° ENCUENTRO INTERNACIONAL DE ECONOMÍA POLÍTICA Y DERECHOS HUMANOS EN BUENOS AIRES

EXCELENTE COBERTURA DE SITE COLOMBIANO DEL 4° ENCUENTRO INTERNACIONAL DE ECONOMÍA POLÍTICA Y DERECHOS HUMANOS EN BUENOS AIRES PROMOVIDO POR LA UNIVERSIDAD DE LAS MADRES DE LA PLAZA DE MAYO. SIGUEN EN EL E-MAIL ABAJO LAS INFORMACIONES Y LOS LINKS SOBRE MI ENTREVISTA A CRONICON Y LAS ACTIVIDADES DEL ENCUENTRO.
VALE LA PENA LEER.

"Apreciado profesor Theotonio: en primer término deseo agradecerle su gentil mensaje y comentarle en primer término que tuve la feliz oportunidad de entrevistarlo en septiembre del año pasado en Buenos Aires durante el IV Encuentro Internacional de Economía Política y Derechos Humanos, organizado por la Universidad de Madres de Plaza de Mayo.

Por lo visto, creo que no leyó la entrevista que le hice. La puede ver haciendo click en el siguiente enlace:


Igualmente puede ver el informe periodístico que realizamos de este Encuentro, haciendo click en el siguiente enlace:



Así mismo, su blog http://theotoniodossantos.blogspot.com/, lo tenemos enlazado en www.cronicon.net, en la parte izquierda de nuestro sitio web, en Autores. Ahí está como Página de Theotonio dos Santos.

Sigo con atención su trabajo intelectual y sus análisis socioeconómicos y políticos, varios de los cuales reproducimos en Cronicón.

Sobra decirle que nuestro sitio web está a sus órdenes.

Reciba mi cordial y atento saludo,

Fernando Arellano Ortiz
Director www.cronicon.net
Bogotá - Colombia."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vídeos dos capítulos passados - Novela Amor e Revolução - para quem não pôde ver

Muito importante a esta altura uma retomada da história do golpe militar na televisão.

Estreia.

Capítulo II.

Capítulo III.

Geral - Onde procurar pelos capítulos passados.

O FIM DO MODELO CHILENO?

O chamado modelo chileno serviu de referencia para várias experiências políticas no continente. Primeiramente como primeira realização governamental das políticas neoliberais, dirigidas pelos próprios economistas de Chicago. Depois de oito anos de fracasso ( entre 1973 e 1981) que elevou o desemprego a 30% e a uma crise financeira tão brutal que os próprios neoliberais foram obrigados a nacionalizar o sistema financeiro, conseguiram algum crescimento que foi aprofundado com a queda de Pinochett e a instalação do governo da Concertação Socialista-Democrata Cristã. Apoiados na nacionalização do cobre e na reforma agrária radical que Allende realizara, além de outras conquistas excepcionais dos 3 anos da Unidade Popular, a economia chilena altamente modernizada pode responder positivamente a um projeto mais voltado para o desenvolvimento e a atenção a uma política social voltada para o amparo à pobreza. Desta maneira, Chile deixou de ser um modelo direitista para mover-se para um centro, com muitos compromissos com a direita da democracia cristã. Fernando Henrique se inspirou em parte neste modelo sem ter reforma agrária nem nacionalização das princpais riquezas dopais. Muito pelo contrário conduziu uma quase dissolução do Estão através deprivatizações que mais pareciam negociatas..

O governo Lula se inspirou também neste model que estava no seu auge em 2002. Parecia muito sólido e definitivo. Roberto Pizarro, um dos fundadores da teoria da dependência como membro do grupo de pesquisa que dirigi no Centro de Estudos Sócio Econômicos (CESO) na Faculdade de Economia Política do Chile, da qual Pizarro foi diretor, escreveu com Orlando Caputo um livro fundamental sobre A Economia Internacional. Como socialista, participou fortemente no governo da U.P. e foi ministro da Concertação demitindo-se do cargo quando ficou clara a dificuldade de levar mais longe a política econômica do mesmo. Desde então vem mantendo uma crítica sistemática aos erros da Concertação, rompendo com a mesma e apoiando uma candidatura presidencial de esquerda que se tornou muito importante nas últimas eleições.

Sua crítica é incisiva e clara. Vale a pena ler esta peça de um debate que deverá se desenvolver nos próximos anos. É importante também para o Brasil afastar-se dos erros que a Concertação cometeu e preparar-se para uma possível ascensão da direita se não se corrigir a tempo os efeitos de certas concessões perigosas como a política macroeconômica de acosso do gasto público pelo pagamento de juros absurdos, que , ao contrário do que se diz, é a principal responsável pela tendência inflacionária alta no país e responsável direta pela valorização absurda do real que deverá conduzir a uma crise similar à de 1999 que terminou com o reino do PSDB. Quem não acredita nestas previsões leia a reprodução das minhas previsões no início de 1998 sobre o mês exato em que a crise ocorreria e sua dimensão. Ver a citação destas previsões formulados no mais importante jornal do México naquele momento, já que no Brasil não era possível publicá-las na grande imprensa, no livro de Paulo Emilio Martins e Octavio Penha Pieranti, Estado e Gestão Pública, publicado pela Fundação Getulio Vargas, 2006. Já publiquei anteriormente uma crítica de Orlando Caputo que vai na mesma direção, mas baseada sobretudo nas políticas macro-económicas que levaram finalmente a Concertaçao ao fracasso quando se esgotaram os impulsos positivos deixados pela Unidade Popular ( como, por exemplo, os últimos governos da Concertação privatizaram a mineração do cobre debilitando o poder da economia e do Estado chileno, entre outras contra medidas).

Para ler o artigo, clique aqui.

A construção do Homem no jovem Marx

VALE A PENA ACOMPANHAR O ESFORÇO TEÓRICO QUE BUSCA RETOMAR A EVOLUÇÃO DO JOVEM MARX, CUJA FORÇA HUMANISTA NÃO DEVE SER ABANDONADA EM NOME DE UM MARX ESTRUTURALISTA. ESTA TITUDE EMPOBRECE MUITO A CONTRIBUIÇÃO DE MARX PARA O PENSAMENTO HUMANO.
O QUE NÃO QUER DIZER QUE OS AVANÇOS POSTERIORES SÃO FUNDAMENTAIS PARA A EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO CIENTÍFICO CONTEMPORÂNEO AVASSALADO POR UMA TEORIA DO CONHECIMENTO ATRAZADA ENQUANTO A MASSA DE CONHECIMENTOS EMPÍRICOS E TEÓRICOS QUE PRODUZ A REVOLUÇÃO CIENTÍFICO-TÉCNICA SE AGIGANTA A CADA DIA. PARABENS PELO ESFORÇO AOS COMPANHEIROS DA GRABOIS.ORG.







A construção do Homem no jovem Marx

Que papel desempenham as obras da juventude no conjunto da construção teórica de Marx?

Em seus primeiros estudos, feitos no Liceu de Triers, em 1835, Marx escreveu que “A diretiva principal que nos tem de guiar na escolha de uma profissão é o bem da humanidade e a nossa própria realização (...) A natureza do homem está estabelecida de tal modo que ele só pode alcançar o seu aperfeiçoamento se agir para a realização, para o bem dos seus contemporâneos”.

O pensamento de Epicuro se encaixava como uma luva nas construções teóricas dos jovens que lutavam, ainda no campo das ideias, contra o status quo prussiano e a vil subserviência a ele, cultivada pelos hegelianos de direita

Apetrechado do método feuerbachiano de inversão sujeito/predicado, Marx passou a estudar (e a criticar) a filosofia política de Hegel, e particularmente seus Princípios da Filosofia do Direito. Esse interesse pela política já vinha sendo desenvolvido desde o seu doutoramento.

Marx analisou cada um dos direitos fundamentais presentes na constituição francesa – os direitos à liberdade, à igualdade e à fraternidade – procurando responder no que consistiriam esses direitos.

Numa palavra: não podem abolir a filosofia sem realizá-la... o “partido teórico” tem na filosofia o seu ponto de partida, o seu complemento ideológico... Marx, portanto, apresentou um novo caminho que passava necessariamente pela unidade entre a teoria e a prática. Indubitavelmente, escreveu, a arma da crítica não podia substituir a crítica das armas, até porque potência material só pode ser abatida por potência material, ainda que também a teoria possa se transformar em potência material na medida em que se apodere das massas.

Nos Manuscritos Econômicos e Filosóficos, escrito em 1844, o humanismo de Marx adquire maior consistência. Não se trata mais aqui da defesa de um homem em geral, abstrato, mas de um homem concreto, histórico. Era um humanismo sob novo ponto de vista, o ponto de vista do proletariado revolucionário.

Não seria possível fazermos qualquer análise séria do desenvolvimento da concepção de mundo de Marx e de sua construção teórica sem analisarmos o contexto em que viveu (como o surgimento de um movimento operário autônomo), sua vida, as maneiras e os caminhos pelos quais o homem Marx se articulou com a realidade de seu tempo. É impossível conhecermos plenamente o "marxismo maduro" sem que ao mesmo tempo conheçamos seu processo contraditório de desenvolvimento, que inclui necessariamente as obras da juventude.


* Este ensaio foi escrito no final da década de 1980, portanto há mais de 20 anos. Muitas das opiniões aqui expressas não correspondem mais integralmente às posições atuais do autor. Mas, por oferecer uma visão panorâmica da formação intelectual de Marx, considero-o ainda bastante útil especialmente para as jovens gerações de combatentes sociais que conhecem pouco a vida e a obra de um dos fundadores do socialismo científico.

Petição urgente relacionada aos Mapuches

CAROS LECTORES


Recebi esta petición que firmé imediatamente. Espero que los lectores de mi blog la apoyen también. Los Mapuches han sido objeto de un ataque permanente por la sociedad y los varios gobirnos chilenos, excepto el de Salvador Allende.


Ciudad de México. 23 de marzo 2011

Theotonio Dos Santos

Presente.


En septiembre pasado nos comunicamos con usted, en medio de la huelga de hambre de los presos políticos mapuche en Chile que duró más de 80 días. En aquel momento realizamos además de un pronunciamiento internacional de apoyo que signaron numerosas personalidades y organizaciones, varios mítines en la embajada de Chile en México, que fueron parte de las jornadas internacionales de solidaridad y apoyo a los presos políticos realizadas en numerosos lugares del mundo, especialmente en Europa. La huelga terminó con el acuerdo con el Gobierno Chileno de no procesar a los detenidos bajo la ley terrorista (que permitía además un doble procesamiento por el mismo delito). La huelga, la movilización chilena y el apoyo internacional se hicieron sentir, presionando al Gobierno Chileno para respetar las garantías individuales básicas de los presos. En marzo pasado, de 17 presos políticos mapuche perseguidos por supuestos delitos terroristas todos, fueron absueltos de dichos delitos, liberando a la mayoría de ellos.



Sin embargo cuatro presos, reconocidos integrantes de la Coordinadora Arauco Malleco (CAM) han sido condenados a penas de entre 20 y 25 años para Ramón Llanquileo Pilquiman, José Huenuche, Jonathan Huillical y Héctor Llaitul. Cabe señalar que la CAM es una de las organizaciones mapuche más visibles en el proceso de defensa de tierras comunales contra las empresas forestales y quienes con más fuerza reivindican la autonomía indígena. Es claro que las condenas no sólo son desproporcionadas sino que tienen razones políticas para llevarse a cabo. Los presos han iniciado una nueva huelga de hambre el pasado 15 de marzo. Al escribir estas líneas la huelga no ha terminado. La defensa de los presos apelará las condenas, presentando un recurso de nulidad en la Suprema Corte de Justicia de ese país. Se argumenta principalmente que en estos casos se permitieron los llamados “testigos sin rostro”, es decir, testigos secretos, anónimos a los que la defensa no puede acceder, la violación de garantías constitucionales durante las detenciones y su permanencia en la cárcel, como confesiones bajo tortura, declaraciones fuera del tiempo normal y sin abogados defensores presentes, e incluso, doble procesamiento por el mismo delito.



Es por ello, que grupos de apoyo de varias partes del mundo impulsaremos diversas acciones de solidaridad y presión sobre el gobierno chileno cuyos objetivos son apoyar la demanda de nulidad del proceso contra estos cuatro presos políticos, así como enviar un mensaje de solidaridad a los presos en huelga de hambre.



Como parte de dichas acciones incluimos una nueva carta que enviamos a usted, esperando que podamos contar con su firma Cabe señalar que la carta ya ha sido signada por numerosas personalidades entre ellas, Pablo González Casanova, Marcos Roitman, José Emilio Pacheco, La premio nobel Rigoberta Menchú, Boaventura de Sousa Santos, Michael Lowy, Ana Esther Ceceña, Francisco Fernández Buey, entre muchos otros, Le enviamos un cordial saludo



Comité de apoyo a los presos políticos mapuche en Chile. Sección México.



Este es el texto de la carta de apoyo:



Nosotras, nosotros, artistas, académicos, organizaciones indígenas, civiles, populares y sociales de varias nacionalidades, deseamos hacer pública nuestra preocupación por las condenas contra los presos políticos mapuche en Chile, Ramón Llanquileo Pilquiman, José Huenuche, Jonathan Huillical y Héctor Llaitul. Nos parecen alarmantes las enormes condenas contra ellos así como que no hayan tenido las garantías procesales que protejan los más elementales derechos humanos, considerando que no puede ser la criminalización de la protesta social la respuesta del Estado hacia las demandas indígenas de tierra, territorio y autonomía. Llamamos al Estado Chileno a garantizar el debido proceso de los detenidos, un juicio justo sin utilización de testigos secretos, la imparcialidad del tribunal que los procese, condiciones carcelarias dignas y fin al doble procesamiento. Llamamos al Estado chileno a respetar los derechos y garantías básicas del pueblo mapuche, a reconocer los derechos de los pueblos indígenas consagrados en el convenio 169 de la OIT y a responder de manera urgente a las demandas de los presos políticos en huelga de hambre. Enviamos finalmente un mensaje de solidaridad desde muchas partes del mundo a los presos y sus familiares.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Honduras sublevada contra el régimen - Violenta represión en todo el país no detiene el Paro Cívico Nacional

LA REVOLUCIÓN ÁRABE ESTÁ EN EL CENTRO DE ATENCIÓN MUNDIAL CON LA AYUDA DE LOS BOMBARDEOS ASESINOS DE LA OTAN EN LIBIA. PERO EN LATINOAMÉRICA EL PUEBLO HONDUREÑO SE LEVANTA EN CONTRA DE LA DICTADURA IMPUESTA CON EL AUXILIO DE ESTADOS UNIDOS Y LA VACILACIÓN DE MUCHOS GOBIERNOS DE LA REGIÓN. ADONDE ESTÁ LA OEA? ADONDE ESTÁN LA ALIANZA LATINOAMERICANA Y CARIBEÑA, ADONDE ESTÁ LA UNASUR? DEJARÁN PARA BRASIL LA TAREA DE DEFENDER SOLO AL PUEBLO HONDUREÑO? CONTINUARÁN REPITIENDO LAS AFIMACIONES MENTIROSAS SOBRE LA LEGALIDAD DEL GOLPE MILITAR QUE LLEVÓ EL ACTUAL GOBIERNO AL PODER A TRAVES DE FALSAS ELECCIONES?

HONDURAS INSURRECTA CONTINÚA SU LUCHA. VEAN LAS NOTICIAS ABAJO.


Honduras sublevada contra el régimen
Violenta represión en todo el país no detiene el Paro Cívico Nacional

ALAI AMLATINA, 30/03/2011.- La violenta represión desatada la mañana de hoy (30 de marzo) por el régimen opresor de Porfirio Lobo, no ha detenido la gran movilización popular que se ha extendido en todo el país, en el marco del Paro Cívico Nacional decretado por el Frente Nacional de Resistencia Popular (FNRP). Pero ha dejado como saldo el ataque violento a la sede del STIBYS, disparos a matar en el Bajo Aguán y decenas de heridos en todo el territorio nacional.

Honduras amaneció hoy semiparalizada, con cortes de carreteras en todo el país. Desde primeras horas de la mañana llegaban informaciones de las diferentes movilizaciones que estaban paralizando el tráfico nacional e internacional.

En la capital Tegucigalpa, la población en resistencia se desplazó en varios puntos de la ciudad, tomándose las principales arterias y los puentes vehículares.

Mientras tanto, centenares de maestros y maestras, que luchan para que no se privatice la educación y contra la brutal represión desatada en las últimas dos semanas, se reconcentraron frente las instalaciones de la Corte Suprema de Justicia, exigiendo la liberación de 20 colegas acusados de manifestación ilícita y sedición.

Ante esta nueva demostración de fuerza y capacidad de movilización del pueblo hondureño, el régimen sucedáneo del golpe de Estado mostró nuevamente su verdadera cara, al reprimir por segunda semana consecutiva al pueblo en resistencia.

“Están reprimiendo en todo el país, sin embargo la gente está resistiendo en Progreso, San Pedro Sula, Santa Rosa de Copán, Olancho, Colón, aquí en la capital y en muchos otros lugares. Han vuelto a tomarse las carreteras y siguen luchando”, dijo a Sirel, la coordinadora del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), Bertha Cáceres.

“Estamos peor que en los primeros días del golpe de Estado, sin embargo la gente ha aprendido y tiene una mayor capacidad de respuesta a la represión.

Estamos defendiendo nuestros derechos, nuestra territorialidad y nuestras conquistas. Estamos convencidos de que esta movilización permanente no va a parar”, aseveró Cáceres.

La directiva del COPINH condenó también la política hipócrita de Estados Unidos, que sigue financiando los cuerpos represivos del Estado y mantiene sus tropas desplazándose en territorio hondureño.

STIBYS bajo asedio

Durante la brutal represión ordenada por el régimen hondureño, la sede del combativo Sindicato de Trabajadores de la Industria de la Bebida y Similares (STIBYS) ha sido violentamente atacada, con un saldo de varios heridos y detenidos.

“Las organizaciones sindicales y populares tomaron las carreteras frente al STIBYS desde las 6:30 de la mañana. A las 10:30 centenares de efectivos policiales y militares nos atacaron con bombas lacrimógenas y tanquetas lanza-agua, cargadas con líquido urticante. Comenzaron a golpear salvajemente a las personas y a perseguirlas por los barrios cercanos a nuestra sede”, dijo a Sirel, el vicepresidente del STIBYS, Porfirio Ponce.

Muchas personas buscaron refugio en la sede del STIBYS. Eso no detuvo la violencia criminal.

“Desde la calle empezaron a disparar bombas lacrimógenas dentro de nuestra sede. Ya no se podía respirar, muchas personas fueron trasladadas al hospital y hay detenidos.

Pese a la represión no nos van a intimidar, ni a detener. Vamos a seguir con esta lucha, que es del pueblo hondureño en defensa de los derechos de los trabajadores y trabajadoras, de las conquistas sociales, por la educación y salud pública, contra las políticas neoliberales.

Este régimen –continuó Ponce- surge de un proceso viciado y es continuación del golpe. En Honduras no hay institucionalidad, y los poderes fácticos que controlan el país quieren llegar hasta las últimas consecuencias.

Pero aquí hay un pueblo que no se va a callar. Ya llevamos más de dos semanas siendo reprimidos y seguimos en la calle. Mañana vamos a movilizarnos nuevamente y hacemos un llamado a la solidaridad internacional para que denuncie lo que está pasando”, concluyó el vicepresidente del STIBYS.

Mientras se terminaba de redactar esta nota, el dirigente magisterial y directivo nacional del FNRP, Wilfredo Paz, comunicó a Sirel que la policía abrió fuego contra los manifestantes en el Bajo Aguán. El saldo es de varios heridos.

“La policía nos desalojó con violencia y comenzaron a perseguir a las personas disparando balas vivas. La gente se reagrupó y trató de volver a cortar la carretera en la zona de Sonaguera”.

Hay decenas de heridos a lo largo y ancho del país, la policía disparó contra profesores, campesinos y miembros de la Resistencia”. Además la policía invadió la Universidad Autónoma de Honduras, con igual hostilidad, los estudiantes están resistiendo pero el cerco es cada vez mayor.

- Giorgio Trucchi - Rel-UITA

domingo, 3 de abril de 2011

Algo pasa en América Latina

REALMENTE ALGO PASA EN AMÉRICA LATINA. VEAN LA SENSIBILIDAD CON QUE EL PRESIDENTE MUJICA NOS ANUNCIA UNA GRAN CAMPAÑA POR LA EDUCACIÓN EN SU PAÍS. UNA MEZCLA DE RICA EXPERIENCIA PERSONAL, REFLEXIÓN SOCIAL Y SENTIDO PRÁCTICO, BAÑADA EN UNA VOLUNTAD DE DIÁLOGO Y COMUNIDAD CON SU PUEBLO. ESTO VA LEJOS.

"Dijo José Mujica (Presidente de Uruguay):

Ustedes saben mejor que nadie que en el conocimiento y la cultura no sólo hay esfuerzo sino también placer.


Dicen que la gente que trota por la rambla, llega un punto en el que entra en una especie de éxtasis donde ya no existe el cansancio y sólo le queda el placer.

Creo que con el conocimiento y la cultura pasa lo mismo. Llega un punto donde estudiar, o investigar, o aprender, ya no es un esfuerzo y es puro disfrute.

¡Qué bueno sería que estos manjares estuvieran a disposición de mucha gente!

Qué bueno sería, si en la canasta de la calidad de la vida que el Uruguay puede ofrecer a su gente, hubiera una buena cantidad de consumos intelectuales.

No porque sea elegante sino porque es placentero.

Porque se disfruta, con la misma intensidad con la que se puede disfrutar un plato de tallarines.

¡No hay una lista obligatoria de las cosas que nos hacen felices!

Algunos pueden pensar que el mundo ideal es un lugar repleto de shopping centers.

En ese mundo la gente es feliz porque todos pueden salir llenos de bolsas de ropa nueva y de cajas de electrodomésticos.

No tengo nada contra esa visión, sólo digo que no es la única posible.

Digo que también podemos pensar en un país donde la gente elige arreglar las cosas en lugar de tirarlas, elige un auto chico en lugar de un auto grande, elige abrigarse en lugar de subir la calefacción.

Despilfarrar no es lo que hacen las sociedades más maduras. Vayan a Holanda y vean las ciudades repletas de bicicletas. Allí se van a dar cuenta de que el consumismo no es la elección de la verdadera aristocracia de la humanidad. Es la elección de los noveleros y los frívolos.

Los holandeses andan en bicicleta, las usan para ir a trabajar pero también para ir a los conciertos o a los parques.

Porque han llegado a un nivel en el que su felicidad cotidiana se alimenta tanto de consumos materiales como intelectuales.

Así que amigos, vayan y contagien el placer por el conocimiento.

En paralelo, mi modesta contribución va a ser tratar de que los uruguayos anden de bicicleteada en bicicleteada.

LA EDUCACIÓN ES EL CAMINO

Y amigos, el puente entre este hoy y ese mañana que queremos tiene un nombre y se llama educación.

Y miren que es un puente largo y difícil de cruzar.

Porque una cosa es la retórica de la educación y otra cosa es que nos decidamos a hacer los sacrificios que implica lanzar un gran esfuerzo educativo y sostenerlo en el tiempo.

Las inversiones en educación son de rendimiento lento, no le lucen a ningún gobierno, movilizan resistencias y obligan a postergar otras demandas.
Pero hay que hacerlo.

Se lo debemos a nuestros hijos y nietos.

Y hay que hacerlo ahora, cuando todavía está fresco el milagro tecnológico de Internet y se abren oportunidades nunca vistas de acceso al conocimiento.

Yo me crié con la radio, vi nacer la televisión, después la televisión en colores, después las transmisiones por satélite.

Después resultó que en mi televisor aparecían cuarenta canales, incluidos los que trasmitían en directo desde Estados Unidos, España e Italia.

Después los celulares y después la computadora, que al principio sólo servía para procesar números.

Cada una de esas veces, me quedé con la boca abierta.

Pero ahora con Internet se me agotó la capacidad de sorpresa.

Me siento como aquellos humanos que vieron una rueda por primera vez.

O como los que vieron el fuego por primera vez.

Uno siente que le tocó en suerte vivir un hito en la historia.

Se están abriendo las puertas de todas las bibliotecas y de todos los museos; van a estar a disposición, todas las revistas científicas y todos los libros del mundo.

Y probablemente todas las películas y todas las músicas del mundo.

Es abrumador.

Por eso necesitamos que todos los uruguayos y sobre todo los uruguayitos sepan nadar en ese torrente.

Hay que subirse a esa corriente y navegar en ella como pez en el agua.

Lo conseguiremos si está sólida esa matriz intelectual de la que hablábamos antes.

Si nuestros chiquilines saben razonar en orden y saben hacerse las preguntas que valen la pena.

Es como una carrera en dos pistas, allá arriba en el mundo el océano de información, acá abajo preparándonos para la navegación trasatlántica.

Escuelas de tiempo completo, facultades en el interior, enseñanza terciaria masificada.

Y probablemente, inglés desde el preescolar en la enseñanza pública.

Porque el inglés no es el idioma que hablan los yanquis, es el idioma con el que los chinos se entienden con el mundo.

No podemos estar afuera. No podemos dejar afuera a nuestros chiquilines.

Esas son las herramientas que nos habilitan a interactuar con la explosión universal del conocimiento.

Este mundo nuevo no nos simplifica la vida, nos la complica..

Nos obliga a ir más lejos y más hondo en la educación.
No hay tarea más grande delante de nosotros.




José Mujica (Presidente de Uruguay)"

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cartaz da aula inaugural do DPCP da UFRJ

DCP / IFCS / UFRJ

O DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA CONVIDA PARA A

A U L A I N A U G U R A L

(2011-1)

O Pensamento crítico e os desafios do Brasil na década de 2010

Emir Sader

(SECRETÁRIO EXECUTIVO CLACSO PROFESSOR UERJ E PROFESSOR APOSENTADO USP)

Terça-feira | 29 de março |10h30 | Salão Nobre do IFCS

O Brasil não quer entrar na era da educação à distância sob o pretexto oligárquico (defendido por muitos intelectuais de esquerda!!! entre outros) de que é necessário preservar a qualidade... aqui vai uma lista de alternativas que recebi do Professor Enrique Saravia, à qual poderia agregar outras iniciativas, como a CLACSO na argentina e o centro que dirige Atilio Borón depois de deixar a direção da CLACSO.Veja-se também o Centro dos Sindicatos dirigido por Julio Gambina. Ver em:

Dr. Atilio A. Boron
Director del PLED
Programa Latinoamericano de Educación a Distancia en Ciencias Sociales
Centro Cultural de la Cooperación "Floreal Gorini"
Corrientes 1543 – C1042AAB Buenos Aires, Argentina
Teléfonos (54-11) 5077-8021/22/24
Visita mi blog www.atilioboron.com

Julio C. Gambina
Presidente de la Fundación de Investigaciones Sociales y Políticas, FISYP

Convite seminário POLOP 50 anos e lançamento do livro "Conquistas e Impasses do Socialismo"

O Arquivo Nacional está apoiando um estudo sobre a POLOP que está conduzido pelo Centro de Estudos Victor Meyer. Como já chamamos a atenção no comentário sobe o livro que o centro publicou sobre a POLOP, trata-se de uma tendência que buscou manter a organização depois das fortes defecções de 1967 que deram origem a váias movimentos armados. Esta tendência esteve sempre profundamente ligada a Eric Sachs que teve um papel muito importante na criação da POLOP mas que, segundo nosso ponto de vista, não compreendeu a evolução dos acontecimentos e as especificidades da situação brasileira teminando muito isolado. Sua dissolução no PT foi contudo um ato sensato que, como vimos, teve frutos positivos. Os organizadores deste seminário buscaram incorporar todas as tendencias da POLOP e, ente outros me convidaram para participar como expositor do mesmo. Contudo, como tinha já uma viagem programada para Espanha e depois Venezuela não pude comparecer. Creio que estes companheiros estão fazendo um trabalho honesto e amplo e gostaria de ter participado. A herança da POLOP ganhou uma dimensão bastante fundamental com a eleição de Dilma Rousseff que iniciou sua militância nesta organização em Minas Gerais.
Vale a pena prestigiar este seminário e os trabalhos do Centro Victor Meyer com o apoio do Arquivo Nacional.

Caros Amig@s,

No próximo dia 29 de março, das 09 às 17:00 horas será realizado, no Arquivo Nacional, o seminário "Importância da POLOP na História Contemporânea do Brasil". O Seminário pretende apresentar e debater os depoimentos e posições de ex-militantes de diferentes fases da trajetória dessa organização revolucionária nas lutas de classe, entre a data de sua fundação, em janeiro de 1961, e sua dissolução no Partido dos Trabalhadores (PT), em 1985.


Estão abertas as incrições para o seminário Importância da POLOP na História Contemporânea do Brasil.

Às 17h, teremos o lançamento do livro Conquistas e Impasses do Socialismo, no pátio interno do Arquivo Nacional.

Esperamos por você!

Saudações!

Samuel Warth

Centro de Estudos Victor Meyer-Rio

Eis o programa do evento:

Importância da POLOP na História Contemporânea do Brasil.

Local: Auditório do Arquivo Nacional - Praça da República 173 Centro. Rio de Janeiro - RJ

De 9h às 17h

Coordenação

Eduardo Navarro Stotz – Sociólogo, prof. da Escola Nacional de Saúde Pública (ESNP-Fiocruz), membro do Centro de Estudos Victor Meyer. Ex-militante da POLOP

8h às 9h

◘ Recepção, inscrições e entrega de crachás e pastas

9h às 9h30 - Abertura

◘ Eliza Tieko Yonezo – Diretora do Centro de Estudos Victor Meyer. Ex-militante da POLOP

◘ Prof. Jaime Antunes da Silva – Diretor-geral do Arquivo Nacional

9h30h às 10h

Importância da POLOP na História do Brasil Contemporâneo (1961-1985)

Ceici Kameyama – Engenheiro; membro do Centro de Estudos Victor Meyer. Ex-militante da POLOP

10h às 10h30

O surgimento da POLOP no quadro da luta de classes na América Latina nos anos 1950-60

Emir Sader – professor doutor adjunto do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da UERJ

10h30 às 11h - Coffee Break

11h às 11h30

As greves de 1968 e a mobilização independente da classe operária

Flavio Koutzii – Sociólogo; coordenador de Assessoramento Superior do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Ex-militante do Partido Operário Comunista (POC)

11h30 às 12h - Debates

12h às 13h30 - Almoço

14h às 14h30

A luta na clandestinidade e o voluntarismo na esquerda revolucionária

Eliza Tieko Yonezo – Diretora do Centro de Estudos Victor Meyer. Ex-militante da POLOP

14h30 às 15h

Posição da POLOP diante da redemocratização e da formação do PT

Sérgio Antão Paiva – Engenheiro; membro do Centro de Estudos Victor Meyer. Ex-militante da POLOP

15h às 15h30 - Coffee Break

15h30 às 16h

Os balanços da trajetória da POLOP: uma análise histórico-política

Eurelino Coelho - Historiador; prof. da Universidade estadual de Feira de Santana/Bahia.

16:00 às 16:30 h – Debates

16:30 às 17:00 h – Conclusão: palavras finais dos palestrantes

17 h: Lançamento do Livro:

Conquistas e Impasses do Socialismo. Seleção de textos na tradição da Organização Revolucionária Marxista Política Operária.

Organização de Eduardo Navarro Stotz e Samuel Warth. Edição do Centro de Estudos Victor Meyer.

Para participar:
- Entre na página d
o Arquivo Nacional: http://www.arquivonacional.gov.br
- Clique em:
Ficha de inscrição
- Preencha os campos e envie o arquivo para o seguinte endereço:
pi@arquivonacional.gov.br
- As incrições são gratuitas mas são limitadas a capacidade do auditório, para 150 pessoas.
- As inscrições podem ser feitas até momentos antes do seminário, porém recomendamos fazê-lo com antecedência.



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