segunda-feira, 28 de julho de 2014

NÃO PERCAM MAIS UM DEBATE SOBRE A OBRA DE CELSO FURTADO ORGANIZADO PELO CENTRO INTERNACIONAL QUE TRAZ O SEU NOME.

 smbolo
                copy 9 Centro
                  Internacional Celso Furt

28 de julho de 2014
Boletim N.73

A atualidade de Celso Furtado dez anos após sua morte




A atualidade da obra e do pensamento do economista Celso Furtado, dez anos após sua morte, será um dos temas do 2º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado. Haverá uma homenagem ao grande teórico do subdesenvolvimento, com resgate da sua contribuição para a formação do Brasil atual e revelações de fatos curiosos e desconhecidos da sua trajetória, durante mesa redonda mediada por Rosa Freire d'Aguiar, viúva de Furtado e presidente do Conselho Deliberativo do Centro. O encontro acontecerá na tarde do dia 20 de agosto com participação de estudiosos e profissionais que acompanharam a carreira do economista e ex-ministro da Cultura.

A mesa
2004-2014: a atualidade de Celso Furtado dez anos após sua morte será formada por Afrânio Garcia (Maison de Sciences de l'Homme), Aldo Ferrer (Universidade de Buenos Aires), Almino Affonso (ex-ministro do Trabalho do governo João Goulart), Angelo Oswaldo de Araújo Santos (presidente do Instituto Brasileiro de Museus), Carlos Brandão (economista do IPPUR/UFRJ) e Luiz Felipe de Alencastro (Universidade de Paris e FGV-SP).
Segundo Rosa, é uma oportunidade de mostrar a contemporaneidade do pensamento de Celso e reafirmar o novo interesse de algumas facetas do pensamento de Celso, como seus estudos sobre a cultura: “Um dos meus esforços sempre foi o de abrir o Centro para outras áreas de conhecimento, indo além da economia. Celso sempre teve um pensamento pluridisciplinar. Mas o fulcro de suas ideias é, evidentemente, a economia. E também aí suas ideias permanecem atuais. Afinal, enquanto o subdesenvolvimento não estiver superado, a teoria está válida, ainda que vá sendo reelaborada periodicamente por outros estudiosos. Celso, como também outros cientistas sociais brasileiros, devem ser relembrados e estudados em permanência. Ter a oportunidade de reunir um pequeno grupo que acompanhou o trabalho e as atividades de Celso em vida será um grande momento”, afirma.
“Quanto aos arquivos de Celso, tenho consciência de que é uma herança valiosa. Acredito que o meu dever seja transmitir este patrimônio da melhor maneira, pelos meios possíveis. É prazeroso escrever sobre Celso, conheço coisas que outras pessoas não conhecem graças a nossas conversas e convívio de 26 anos. Todos os meus textos sobre ele têm necessariamente um lado muito pessoal, mas ao mesmo tempo procuro me distanciar e encontrar um equilíbrio”, completa Rosa.
Publicações – Nos últimos anos de vida, a pedido de Rosa, Celso Furtado releu e fez anotações em suas publicações. De posse deste material, desde 2004, ano em que o escritor morreu, a viúva e herdeira dos arquivos e espólio cultural reeditou e publicou doze livros (contando os dois que saem este ano), entre eles algumas edições definitivas, com atualizações e notas de rodapé, uma obra comemorativa sobre o cinquentenário de “Formação Econômica do Brasil” (2009), e a importante coletânea “Essencial Celso Furtado” (2012). Criou em 2008 a coleção “Arquivos Celso Furtado”, coeditada pelo Centro Celso Furtado e a Editora Contraponto, pela qual já publicou 5 livros temáticos com material dos arquivos de Celso.
Durante o 2º Congresso, outros dois exemplares serão relançados: Anos de Formação e Obra Autobiográfica, que, de acordo com a presidente do Conselho Deliberativo do Centro, se complementam. “É um trabalho de resgate desde os anos iniciais de formação do Celso, que marcaram quem ele seria no futuro. Minha intenção é recuperar o passado e lançar novas ideias a partir de estudos deixados por ele, aproveitando os dez anos para mostrar a riqueza de seu pensamento”, destaca.
Anos de Formação 1938 -1948 (Editora Contraponto, 404 páginas), sexto título da coleção “Arquivos Celso Furtado”, se refere ao período dos 18 aos 28 anos de Furtado. Mostra seu interesse por questões internacionais – por meio dos textos escritos por ele quando esteve como oficial da FEB na Itália, durante a 2ª Guerra Mundial, e também das cartas enviadas à família durante o confronto. O livro também revela sua experiência no jornalismo, com reprodução de matérias publicadas, e ensaios inéditos retirados do caderno pessoal de Furtado; outros sobre sua paixão pela administração pública, a iniciação na ciência política.
A Obra Autobiográfica (Companhia das Letras, 670 páginas) é formada por uma trilogia. A Fantasia Organizada relembra o Rio de Janeiro dos anos 1940 e seu ambiente intelectual que deslumbrou o jovem recém-chegado da Paraíba; a devastada Europa do pós-guerra, percorrida durante o doutorado de economia em Paris; os anos vividos na América Latina, como diretor da Cepal e os estudos em Cambridge, convivendo com os contemporâneos de lo rde Keynes. A fantasia desfeita cobre os seis anos em que Celso Furtado trabalhou com Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart, como diretor da Sudene, e primeiro-ministro do Planejamento do país. Por fim, o terceiro volume, Os Ares do Mundo, evoca o golpe militar de 1964, a dedicação no exílio e a atividade acadêmica nas universidades de Paris, Yale, Cambridge e Columbia, onde produziu uma obra teórica vasta e original que expandiu as fronteiras da ciência econômica e aproximou-a das relações internacionais e da cultura.endidas pelo Centro Celso Furtado no sentido de qualificar o debate sobre desenvolvimento. A realização sistemática de um congresso que vise articular pensadores e estudiosos que trabalham com o tema no Brasil e no exterior é uma espécie de coroamento desse trabalho. O Brasil vive há muitos anos o dilema do curtíssimo prazo, com as questões de conjuntura dominando a agenda e ocupando um espaço significativo na mídia e se sobrepondo a questões estruturais mais amplas sobre o desenvolvimento. Essas questões são mais complexas, exigem medidas de longo prazo,  exigem mais políticas de Estado do que de governo. Esse quadro vivido pelo Brasil foi brilhantemente tratado pelo próprio Celso Furtado, no seu livro de 1992, Brasil, a construção interrompida. Sa&iacu te;mos de uma economia agroexportadora, no início do século passado, nos viabilizamos como uma das maiores economias do mundo, mas vivemos hoje o dilema do curto prazo, com uma deturpação do uso da política cambial, como instrumento de controle de preços, temos pouco espaço para políticas industriais e de desenvolvimento. E não obstante tudo isso, o Brasil logrou êxito, na última década e meia, em melhorar a sua distribuição de renda. Tivemos crescimento do PIB com mais distribuição. E a solidez desse processo passa por mudanças mais voltadas para o desenvolvimento de longo prazo. São questões que fazem parte desse grande debate que precisa ser feito da inserção do Brasil nesse mundo financeirizado, para viabilizar nosso desenvolvimento. Nesse sentido, o Congresso do Centro representa uma contribuição significativa.
Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento
Avenida República do Chile, 330, 2º andar, Ed. Ventura, Torre Oeste, Centro, CEP 20031-170 - Rio de Janeiro-RJ
Tel.: +55 (21) 2172-6312 / 2172-6313 Fax: +55 (21) 2172-6314
URL:
http://www.centrocelsofurtado.org.br
Layer 10

ALEMANHA ENTRARÁ NOS BRICS?

NUMA MATÉRIA SOBRE OS BRICS PUBLICADA HÁ POUCOS DIAS NO MEU BLOG EU CHEGAVA À CONCLUSÃO DE QUE A ÚNICA ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA SERIA ENTRAR NOS BRICS. VER AQUI NESSE LINK. NESTA MATÉRIA DIVULGADA PELO CORREIO DO BRASIL SE MOSTRA COMO ESTA CONCLUSÃO JÁ ESTAVA NA CABEÇA DA LIDERANÇA POLÍTICA ALEMÃ... VIVA A EURÁSIA. ALIADA ESTREITA DA GRANDE PÁTRIA LATINOAMERICANA. FORA O IMPERIALISMO E SUAS GUERRAS INTERMINÁVEIS...

http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/intencao-velada-de-a-alemanha-integrar-os-brics-assusta-os-eua/718707/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20140728

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Zbigniew Brzezinski e a lucidez da consciência conservadora

Marco Gandásegui nos envia uma enrevista do El Pais ao ex-conselheiro de segurança nacional de Jimmy Carter que revela muito nitidamente a lucidez da consciência conservadora que compreende finalmente os limites da hegemonia norte-americana sobre o Mundo atual.

Registro também o meu Artigo sobre "globalização, futuro do capitalismo e das potências emergentes" no livro "Países emergentes e os novos caminhos da modernidade", publicado pela UNESCO em 2008. Não seria mal também ler o meu artigo sobre "unipolaridade ou hegemonia compartilhada ?" publicado na série de livros sobre hegemonia e contra-hegemonia (volume 1º, co-edição PUC, Loyla, REGGEN, 2003). Podem se localizar também nos textos para discussão da REGGEN: www.reggen.org.br

“Ninguna potencia puede ser hegemónica”

Zbigniew Brzezinski, consejero de seguridad nacional con Carter y sabio de la política exterior, describe un mundo caótico y sin un líder único en una semana complicada para Barack Obama
Marc Bassets Washington 21 JUL 2014 - 01:17 CEST4/ El País

 Zbigniew Brzezinski, exconsejero de Seguridad de EE UU. / m. ngan (getty)

Cuando trabajaba junto al presidente Jimmy Carter, Zbigniew Brzezinski le recomendaba un ejercicio inusual en políticos norteamericanos: plantarse ante el mapamundi y reflexionar con la vista más allá del día a día, con la “visión estratégica” que da título a su libro más reciente.
“En mis días yo miraba mucho el mapa y con frecuencia animaba al presidente a que mirásemos juntos al mapa y discutiésemos”, recuerda Brzezinski en su despacho del Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales (CSIS), el laboratorio de ideas en Washington donde trabaja. En el despacho, claro, tiene un mapamundi.
Brzezinski (Varsovia, 1928) mantiene la capacidad para observar el mundo —el mapa— a vista de pájaro. Y lo que ve no le gusta.
El jueves recibió a EL PAÍS cuando acababa de conocerse la noticia del derribo un avión comercial en Ucrania y a unas horas para que Israel lanzase una operación terrestre en Gaza. En el ritmo desbocado de la información continua, por unos minutos el mundo pareció fuera de control y el presidente de EE UU, Barack Obama, un bombero desbordado por incendios incontrolables.
Sobre el conflicto israelopalestino, Brzezinski, que participó en la negociación de los acuerdos de Camp David entre Israel y Egipto en 1978, dijo: “Debemos afrontar el hecho de que una parte es muy débil, los palestinos, y una parte es muy fuerte, los israelíes, y por tanto se requiere más persuasión con los israelíes”. “Sin duda”, añadió, “tenemos mucha capacidad de influencia con Israel, porque le damos mucha ayuda económica y militar, y sentimos una gran simpatía por su pueblo”.
"En mis días yo miraba mucho el mapa y animaba al presidente a que mirarlo juntos"
Las consecuencias de la caída del avión de Malaysia Airlines “podrían ser enormes, en particular si resulta que los rusos suministraron el arma o la dispararon ellos”, dijo Brzezinski. “Pero todavía no lo sabemos”.
El día siguiente, viernes, cuando Obama había señalado a los rebeldes prorrusos —e, indirectamente, a sus patrocinadores en Rusia— como responsables del ataque, Brzezinski envió un mensaje electrónico: “Los responsables por el ataque a la aerolínea deberían ser juzgados ante el Tribunal Criminal Internacional, y su patrocinador debería pagar a las víctimas”.
Con su coetáneo Henry Kissinger, Zbig —como le llaman quienes lo conocen— es el último sabio de la política exterior norteamericana. Como Kissinger, nació en Europa y vivió el sueño americano. Con Kissinger, ha sido el más brillante y seguramente el más influyente Consejero de Seguridad Nacional de la Casa Blanca, que asesora al presidente en materia de política exterior y defensa. Ejerció el cargo entre 1977 y 1981.
Brzezinski está acostumbrado a las crisis: le tocó afrontar la caída del Sha en Irán y la invasión soviética de Afganistán en un tiempo en que, como ahora, se hablaba de declive de EE UU y de un presidente débil que invitaba a los rivales a sentirse fuertes. Entonces era Carter; ahora, Obama. Ambos, demócratas.
Zbig ve un mundo desencuadernado y sin líder: EE UU debe conformarse con intentar reducir, en cooperación con otros países, los riesgos que entrañan los nuevos desequilibrios internacionales.
"El caos no es producto de un solo país. El orden, tampoco"
“El mundo hoy está tan despierto, tan activo políticamente, que ninguna potencia puede ser hegemónica”, dice. “La responsabilidad de América en este caos debe ser compartida con cualquiera que participe en él. El caos no es producto de un solo país. El orden, tampoco”.
A la pregunta sobre si EE UU debería aspirar a poner orden, contrarresta: “La manera que usted tiene de pensar es muy tradicional: que una potencia puede dictar las respuestas, o resolver los problemas, o imponer su modelo. Mi argumento es simple: no vivimos en una era en la que el dominio imperial del mundo sea una opción realista”.
Conversar con Brzezinski es someterse a un combate dialéctico. Jimmy Carter siempre ha dicho que Zbig era su vecino de asiento favorito en los viajes de larga distancia. “Quizá nos peleábamos, pero nunca me aburría”, ha escrito.
¿EE UU en retirada? “No creo que América se esté retirando del mundo. Si se miran las estadísticas, probablemente esté más implicada en el mundo que cualquier otro país: la economía y las finanzas, la información, los viajes, lo que sea”.
“Es una nueva era, es diferente”, dice en otro momento. “Napoleón podía soñar en el dominio global. Y después, con la revolución industrial, con el ascenso de las potencias modernas, algunos líderes tenían planes de dominio global. Y después, con el ascenso del comunismo, algunas personas pensaban en un dominio global ideológico y militar. Y después América, cuando logró ser dominante, tenía la idea de la democracia brotando por doquier”.
"¿Deberíamos luchar contra [el ascenso chino]? ¿Deberíamos impedir que China tuviese más éxito?"
Todo esto terminó. Vivimos en la era de la complejidad, de los claroscuros, y no existen respuestas claras.
El referéndum de independencia en Escocia, el próximo septiembre, y la iniciativa para convocar un referéndum de secesión en Cataluña son, según Brzezinski, una prueba más de una realidad “fragmentada, turbulenta, contradictoria, sin una pauta uniforme en una u otra dirección”.
“De un lado tenemos la necesidad de Europa: muchas personas reconocen que Europa es necesaria en el mundo. De otro, tenemos movimientos, en Europa, que buscan realizar sus aspiraciones étnicas o nacionalista, lo que resulta contradictorio”.
“Tendremos problemas graves con la posibilidad de una secesión escocesa, porque disminuirá el papel constructivo de Gran Bretaña”, prosigue. “No sabemos cómo se resolverá la cuestión catalana, pero sin duda complicará los problemas de España, sus problemas financieros”.
La escalada violenta en Irak difícilmente pude atribuirse a una sola causa. “Si queremos medir de quién es la culpa, quizá fueron los británicos y franceses en 1918”, dice. Él, que se opuso a la invasión norteamericana de 2003, acepta que la violencia actual es “parcialmente” una consecuencia de aquel ataque. “Pero no se pueden reducir las causalidades históricas a acontecimientos aislados porque nos gusten o no nos gusten”.
¿Contener el ascenso de China en Asia? “¿Qué significa la palabra contener?”, replica.
“¿Usted cree que China intenta dominar otros países?”, dispara.
“China está en ascenso. Esto es un hecho”, zanja.
—¿Debe aceptarlo Estados Unidos?
—¿Deberíamos luchar contra ello? —responde— ¿Deberíamos impedir que China tuviese más éxito?
Brzezinski elogia a Obama por ser “más consciente” que sus tres antecesores —George Bush padre, Bill Clinton y George Bush hijo, los tres presidentes de la postguerra fría— de los límites del poder del presidente de EE UU.
“Actuar de una manera que esté divorciada de las realidades complejas que dominan el mundo probablemente signifique actuar de una manera mucho más peligrosa”, avisa. “¿Quiere usted una repetición de 2003, con el ataques de Estados Unidos a Irak? ¿Para evitar, por ejemplo, el dominio de China? ¿Adónde nos llevaría? Esta es la clave”.
Barack Obama no sería el primer presidente de EE UU que ya no lidera el mundo sino el primero consciente de ello.

terça-feira, 15 de julho de 2014

CHILE RELATIVIZA LA ALIANZA DEL PACIFICO Y SEGURAMENTE SE SUMA A LA UNASUR Y AL PROYECTO DE LOS BRICS.

En el momento en que los BRICS se reúnen en Brasil dando un paso superior en la direccicn de la reestructuración de la economía mundial, y que los países miembros de UNASUR son llamados para participar de un encuentro con los presidentes y jefes de Estado que forman los BRICS es bueno tomar en consideración  el pronunciamiento de Heraldo Muñoz, ministro de relaciones exteriores de Chile, gran conocedor de la teoría de la dependencia sobre la cual publicó un libro muy importante, planteó la nueva politica exterior chilena de la presidente Bachelet. 



El País, España

Columna de Opinión Canciller Heraldo Muñoz: "Convergencia en la diversidad: la nueva política latinoamericana de Chile"

La estrategia exterior no tendrá un sesgo ideológico, sino que favorecerá una región más integrada y con una identidad propia.
Comparte :
América Latina cambió en la última década. La región es hoy más diversa y autónoma y, pese a sus logros en crecimiento y reducción de pobreza, se enfrenta a importantes desafíos. Para afrontar estos problemas, Chile, bajo el gobierno que ahora encabeza la Presidenta Michelle Bachelet, buscará trabajar desde y con América Latina y el Caribe.
El nuevo gobierno de Chile priorizará la región y en particular América del Sur. Nuestro propósito será fortalecer la presencia del país en los distintos mecanismos de integración existentes, impulsando puentes de acuerdo por encima de las diferencias ideológicas o subregionales. La política exterior de Chile no tendrá un sesgo ideológico, sino que pondrá énfasis en avanzar pragmáticamente hacia una región más integrada y con una identidad propia.
Los principios de apego al derecho internacional, promoción y defensa de la democracia y los derechos humanos, solución pacífica de las controversias, independencia y respeto a la soberanía, entre otros, que siempre han guiado nuestra política exterior, se mantendrán como eje de una política de Estado. Pero Chile dará un giro en su política exterior desde un enfoque que ha privilegiado las relaciones económicas –que seguirán siendo muy importantes para el país-- hacia una perspectiva integral que otorgue similar peso a las dimensiones políticas, sociales y culturales de nuestros lazos externos en un mundo cada vez más globalizado, con una ciudadanía activa e interconectada a través de las fronteras nacionales.
Las opciones de integración de nuestra región hoy se bifurcan en diversas direcciones económicas y políticas, en detrimento de su influencia en un mundo organizado en bloques regionales. Falta convergencia y concertación en América Latina y el Caribe.
La nuestra es una región de economías de renta media que tiene necesidades diferentes a las de otras regiones en desarrollo. Entre nuestras prioridades están la reducción de las enormes desigualdades, remediar la postergación de los pueblos indígenas y otras minorías, enfrentar la baja calidad de la educación, la insuficiente inversión en ciencia y tecnología, la inseguridad ciudadana. Pero si no somos capaces de concertarnos para impulsar respuestas como bloque, la agenda de desarrollo post-2015 de Naciones Unidas, ya en plena elaboración, no reflejará adecuadamente nuestros intereses comunes.
Existe una diversidad de caminos en la región para avanzar en el desarrollo. Seremos respetuosos con esas diferencias, entendiendo, sin embargo, que es posible construir un todo integrado de partes distintas y desiguales. Hay espacio para proyectos subregionales que pueden ser ladrillos para la construcción de un proyecto mayor y más incluyente de integración latinoamericana.
Chile valora la Alianza del Pacífico como esquema de integración económica y plataforma comercial de proyección colectiva a la región de Asia Pacífico; pero no compartirá pretensión alguna de concebir dicha Alianza como un bloque ideológico excluyente o antagónico con otros proyectos de integración.
A modo de ejemplo, debiéramos discutir la posibilidad de materializar una convergencia de la Alianza del Pacífico con el Mercosur, sin perjuicio de adoptar el concepto de la Unión Europea de las "velocidades diferenciadas" que permitiría a los países que estén en condiciones, y así lo deseen, avanzar más rápido que los demás en el proceso integrador.
Convergencia en la diversidad es la política que Chile buscará promover en América Latina. Es una opción que combina realismo y voluntad política de avanzar hacia una región más integrada y autónoma.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A SOCIAL DEMOCRACIA ALEMÃ FAZ AUTOCRÍTICA: HAVR ADOTADO POLÍTICAS NEOLIBERAIS DEPOIS DE UMA CAMPANHA SOCIAL DEMOCRATA FOI A CAUSA DO RECUO BRUTAL DA SOCIAL DEMOCRACIA. MAS COMO MUDAR AGORA SE CONTINUA O PRECONCEITO CONTRA AS ESPERÊNCIAS SOCIALISTAS? MAS VALE A PENA SEGUIR A DISCUSSÃO DE GRANDE REPERCUSSÃO INTERNACIONAL.

A crise da social Democracia alemã é discutida aqui com certa
profundidade. Mas existe muita debilidade quando se trata de
alternativas. Contudo, a discussão está somente começando e  é
importante o reconhecimento de que o fracasso do PSDalemão vem da adoção
de uma política neoliberal depois de uma campanha eleitoral dirigida
contra o neoliberalismo. Perda de apoio e de confiança no partido.
Confusão ideológica e estratégica reconhecida... Onde ficam a Esquerda,
os Verdes e um possível frente entre estas três forças quando o SPD
prossegue uma união com os Social-Cristão? Que caminho pode existir para
uma Europa atlantista diante de uma ofensiva de uma estratégia euro
asiática por parte da Rússia e da China e talvez da Índia?
Grandes mudanças estão em curso por lá. E por aqui?

http://library.fes.de/pdf-files/bueros/brasilien/10787.pdf

domingo, 13 de julho de 2014

AINDA SOBRE O AUGE E O DECLÍNIO DO NEOLIBERALISMO.


Deve-se tomar bem a sério as análises econômicas e politicas que demonstravam já nos anos 80 e 90 os profundos problemas e crises a que conduziriam a economia mundial. Meu livro sobre Do terror à Esperança: Auge e Decadência do Neoliberalismo (Idéias & Letras, 2004) realiza talvez a síntese mais ampla e mais crítica (no sentido científico deste termo) de uma doutrina económica mas sobretudo politica e ideológica que dominou o ambiente intelectual dos anos 1980-1990. Tive muita satisfação de ver a edição em castelhano do Banco Central da Venezuela esgotar-se em poucos meses. Mas me sinto muito satisfeito também de ver que a edição em mandarim saída no ano passado pela Academia Chinesa de Ciências Sociais vem encontrando excelente repercussão. Ela não é alheia ao fato de que a Associação  Mundial de Economia Política  (WAPE na sigla em inglês) decidiu outogar-me no ano passado o Prêmio Mundial de Economista Marxiano (2013).

É por isto que me causou muito prazer encontrar (ainda que tardiamente) a publicação da crítica de  Segrillo realizada em 2004, em seguida à publicação do livro em português. Fiquei muito encantado com sua afirmação no começo de seu excelente artigo de que se tivesse escolher 3 livros para levar a uma ilha perdida do mundo incluiria com certeza este livro meu. Leia sua crítica tão objetiva e rica em importantes sugestões para o aprofundamento do tema:

http://www.redalyc.org/pdf/1670/167013389010.pdf

O TRIBUNAL DO TRABALHO DE SANTA CATARINA SE INERESSA PELOS GRANDES TEMAS DE NOSSO TEMPO. VER ENTREVISTA COM THEOTONIO DOS SANTOS SOBRE GLOBALIZAÇÃO E NEOLIBERALISMO EM 3 PARTES.

VEJA A ENTREVISTA EM 3 PARTES QUE SE ENCONTRA NO CANAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DE SANTA CATARINA, ATRAVÉS DO YOU TUBE. AS PERGUNTAS BEM ORIENTADOS PERMITIRAM EXPLICAR MUITAS QUESTÕES FUNDAMENTAIS DO NOSSO TEMPO.

https://www.youtube.com/watch?v=6Pg80ylbhE4

Uma vez mais a teoria da dependencia como a alternativa válida para o fracasso do neoliberalismo.

DOMINGO, 27 DE OCTUBRE DE 2013
AMERICA LATINA EN EL NUEVO SIGLO

Cambio de época 

Por Diego Rubinzal

El presidente ecuatoriano Rafael Correa afirma que “América latina no vive una época de cambios, sino un cambio de época”. A comienzos de siglo, la ciudad de Porto Alegre fue escenario del surgimiento del Foro Social Mundial (FSM). Este reunía un heterogéneo conjunto de organizaciones (sociales, políticas, ambientales, sindicales) que cuestionaban el paradigma neoliberal. En ese momento, el periodista Ignacio Ramonet profetizaba que el “Consenso de Washington” sería sustituido por el consenso de Porto Alegre. Sin embargo, la mayoría de los asistentes no compartían esa visión. El pesimismo de la inteligencia superaba al optimismo de la voluntad, en palabras de Gramsci. Pocos analistas suponían que se estaba en los inicios de un intenso giro político regional. El triunfo de las fuerzas “populistas” produjo un notorio avance en diversos terrenos (económico, sanitario, educativo), a pesar de las asignaturas pendientes. En ese sentido, la transformación de la estructura productiva continúa siendo el principal desafío regional.

El actual proceso histórico también requiere de una producción teórica (de tinte académico y de comunicación popular) que apuntale la fortaleza de los proyectos político-económicos inclusivos. La disputa en torno de la constitución del sentido común ciudadano debe darse en varios terrenos. Los investigadores Cecilia Allami, Mercedes D’Alessandro y Martín Harracá señalan en Actualidad de la teoría de la dependencia. Desafíos para la reinterpretación del presente histórico que “el neoliberalismo y sus ideas han dejado una herencia teórica que subsiste en nuestro modo de pensar y hacer ciencia, se nos cuela a través de la metodología y la forma en que pensamos el mundo, las relaciones sociales, las categorías científicas”.
Esto no implica desconocer el esfuerzo realizado por cientos de intelectuales latinoamericanos. Sin embargo, el sentido común neoliberal permanece incólume en vastos sectores sociales y académicos. La matriz neoclásica de las carreras de economía es un claro ejemplo de la persistencia de ese ideario conservador. Los planes de estudios continúan siendo articulados alrededor del pensamiento neoliberal a pesar del fracaso mundial de esa cosmovisión.
La multiplicación de diversos espacios heterodoxos no alcanzó, hasta el momento, para torcer la orientación de esa disciplina.
A mediados del siglo pasado, la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) se constituyó en una institución pionera a la hora de abordar las problemáticas regionales con categorías de análisis propias. Los aportes posteriores de un conjunto de autores (Fernando Enrique Cardoso, Enzo Faletto, Theotonio Dos Santos, André Gunder Frank, Celso Furtado, Osvaldo Sunkel, Pedro Paz) sentarían las bases de otra escuela de pensamiento original: la “teoría de la dependencia”.
La década del noventa fue testigo de acelerados reacomodamientos en el discurso cepalino. Los trabajos de algunos economistas “neoestructuralistas” transitaron por carriles afines, con ciertos matices, a la lógica neoliberal. Por su parte, uno de los ideólogos dependentistas (Fernando Henrique Cardoso) se transformó en el ejecutor de los programas de ajuste brasileños.
Al inaugurar este año el Seminario sobre Neoestructuralismo y Economía Heterodoxa, la secretaria ejecutiva de la Cepal Alicia Bárcena sostuvo que “a medida que fracasaban los planes de ajuste ortodoxos del neoliberalismo y los heterodoxos del neoestructuralismo inicial, el neoestructuralismo comenzó a referirse cada vez más al pensamiento original de la Cepal”. La reactivación del pensamiento económico latinoamericano es una de las condiciones necesarias para sustentar un duradero cambio de época

terça-feira, 8 de julho de 2014

A volta da União Soviética e outras surpresas geopolíticas

Num artigo sobre "The Future of geopolitical alignments" publicado pela Ritsumeikal Kokusai Kenkyu (The Ritsumeikal Journal of Internacional Studies) de março de 1992 chamei atenção para o fato de que não se podia tratar a União Soviética como um "cachorro morto" e que um equivalente da União Soviética deveria voltar a organizar-se sob um forte comando da Rússia. O texto era o seguinte: "vivemos um momento no qual a União Soviética vem sendo considerada um desastre econômico e político, quase terminada como regime econômico, como sistema político e como uma federação de nações. Estas fáceis conclusões são uma propaganda muito superficial. A imprensa mundial continua com uma "guerra fria cultural" que impede um conhecimento real dos eventos, tendências e situações globais. A União Soviética não é um "cachorro morto", ela está viva e muito viva e isto influenciará muito decisivamente a evolução da economia mundial e do sistema mundial nos próximos anos e décadas. O que está morto (desde 1954, mas agora decisivamente morto) é o stalinismo como uma doutrina política e um sistema ideológico. O que também está morto (desde 1967, quando os EUA começam a perder sua hegemonia a nível mundial) é a guerra fria. Quer dizer a capacidade do complexo industrial militar e o comando das forças de direita norte-americana sobre a diplomacia internacional. O stalinismo não foi o inventor da guerra fria. Pelo contrário, Stálin foi o líder soviético mais elogiado e apoiado pelos líderes ocidentais (durante a segunda guerra muito claramente e entusiasticamente e durante as "purgas" de 1935 quando a imprensa ocidental cobriu e justificou os processos stalinistas de Moscou que legalmente assassinaram a liderança bolchevique da União Soviética)". (P. 15-16).

A história começa a retomar seu fio na atual conjuntura mundial. A tentativa da direita americana de estabelecer uma nova "contenção" da Rússia chegou ao seu limite e revelou claramente que a guerra fria não era somente e sobretudo uma guerra ideológica e sim geopolítica. A Europa lutou durante dois séculos para submeter a Rússia (fonte fundamental de matérias-primas) seja czarista, seja soviética e fracassou todas as vezes: seja na invasão napoleônica no princípio do século XIX, seja na primeira guerra mundial, seja nas invasões de 21 países apoiando a direita na guerra civil contra a União Soviética entre 1919 e 1921, seja na invasão nazista tolerada pela Inglaterra e EUA em 1940. A Alemanha aprendeu a lição, espero, já que enquadrou sua concepção de hegemonia europeia num projeto pacífico de integração europeia e já que estabeleceu um diálogo com a União Soviética que serviu de base a perestroika soviética e esteve sempre seduzida pela proposta de Gorbachev de uma grande Europa. Falta agora que a Alemanha entenda definitivamente que a China se converte num grande pólo da economia mundial e que a Alemanha não tem outro caminho senão reconstruir a eurásia. Alemanha, Rússia e China poderão estabelecer um grande projeto de desenvolvimento pacífico que isolará definitivamente as pretensões atlantistas criadas a partir da expansão europeia tendo o Oceano Atlântico como um caminho do moderno imperialismo. Neste momento a senhora Merkel, ex-membro do Partido Comunista da Alemanha Democrática, se encontra na China estabelecendo fortes vínculos comuns. Neste momento ela também busca uma fórmula de diálogo com a Rússia em torno da aventura ocidental na Ucrânia. E ao mesmo tempo a Rússia e a China fazem um acordo de intercâmbio energético que coloca em risco as fontes energéticas da Europa. É sempre bom relembrar que a política norte-americana de destruição do mundo árabe coloca em risco também as fontes energéticas do Oriente Médio.

Não podemos ignorar também os acordos chineses para intercâmbios que dispensam o dólar, não só na Ásia, mas já chegando na Rússia e na Alemanha. Mas não nos esqueçamos dos BRICS que se reunirão em uma semana mais em Fortaleza, quando se criará o Banco dos BRICS com capital de 100 bilhões de dólares. Estamos diante do fim definitivo de Brettam Woods. O FMI e o Banco Mundial se convertem numa força entre outras da economia mundial.

Será que a Alemanha vai pedir sua entrada nos BRICS em vez do Grupo dos 7 que resolveu eliminar a Rússia e terminar com o generoso Grupo dos 8 ? Apesar de que nossos amigos keynesianos não dão importância ao fenômeno do endividamento não seria conveniente pensar que se juntarmos a dívida norte-americana (igual ao que era até 2013 o maior PIB do Mundo), a dívida do Japão que é uma vez e meia o seu PIB que até 5 anos atrás era o 2º maior PIB do Mundo, a dívida da comunidade europeia que seria em seu conjunto a segunda força econômica mundial ? Essas dívidas igual a esses PIBs não significaria uma queda de todo este império mundial ?

Será que não entendemos que definitivamente está terminado o Mundo da pós segunda guerra mundial sob a hegemonia norte-americana criadora da guerra fria ? Será que não estava certa a conclusão de que o fim da guerra fria era parte da decadência norte-americana ?

Se você ainda tem dúvidas de como a União Soviética volta a ser uma referência leia a notícia no Brasil de Fato sobre: "Rússia confirma perdão de 35 bilhões em dívidas de Cuba, acordo ratificado pelo Parlamento Russo assinado entre Rússia e Cuba que prevê a anulação de 90% da dívida de Havana para com a extinta URSS". (07/072014).

Confira a matéria completa neste link do Brasil de Fato.

A Esquerda europeia mostra sua sensibilidade pela situação latino americana apesar da falsificação sistemática dos fatos realizada pela mídia internacional contra as forças democráticas da região.

Compartimos con ustedes la declaración en solidaridad con Venezuela, aprobada por el Cuarto Congreso Nacional de DIE LINKE, el partido de izquierda alemán que comparte los objetivos generales del trabajo de la Fundación. Este Congreso tuvo lugar el 10 y 11 de mayo en Berlín, sin embargo consideramos que el contenido de la declaración sigue vigente y representa un paso al internacionalismo que debemos construir.

DIE LINKE
¡Solidaridad con Venezuela!
Resolución de la segunda sesión del 4° Congreso
Desde hace algunos años el poder de los transnacionales, de las grandes potencias económicas a través de los TLC, el monopolio mediático ponen en peligro el desarrollo democrático, el avance de la justicia social y las relaciones económicas basada en solidaridad hasta cuestionar la legitimidad parlamentaria de los gobiernos progresistas.
Los disturbios violentos contra el gobierno del Presidente Evo Morales en 2008, el golpe de Estado 2009 en Honduras contra el presidente legítimo Manuel Zelaya, la destitución del legítimo presidente Fernando Lugo en Paraguay el 21 de junio de 2012 a través de un procedimiento de “noche y niebla” de parte del parlamento paraguayo, el intento de un golpe de Estado el 30 de setiembre de 2010 contra el gobierno del presidente ecuatoriano Rafael Correa y las permanentes acciones desestabilizadoras contra el gobierno legitimado a través del de triunfos electorales del fallecido presidente Hugo Chávez y de su sucesor Nicolás Maduro, quien también triunfó en elecciones democráticas, constituyen un ataque directo contra el derecho soberano de los pueblos de América Latina de decidirse a favor de otra forma más solidaria de organizar la sociedad y su economía.
Con creciente preocupación DIE LINKE observa los disturbios violentos en Venezuela contra el gobierno del presidente Nicolás Maduro y condena este intento de desestabilizar deliberadamente el país. El desarrollo del último tiempo apunta al peligro de una guerra de baja intensidad a través de grupos paramilitares. Ante este trasfondo nosotros saludamos el apoyo de las organizaciones regionales ALBA y UNASUR para el gobierno democráticamente electo de Venezuela.
DIE LINKE apoya expresamente la oferta de diálogo dirigida varias veces por el presidente Maduro a las fuerzas pacíficas de la oposición. El dialogo de paz iniciado a finales de febrero es el único camino posible para resolver la crisis política democrática- y pacíficamente. La oposición debe dejarse medir por su postura ante esta oferta de diálogo de parte del gobierno del presidente Maduro.
DIE LINKE constata que a pesar de la violencia mortal y a pesar de las manifestaciones violentas evidentemente provocadas intencionalmente por la parte radicalizada de la oposición las libertades de expresión y reunión siguen garantizadas, lo que acogemos con satisfacción tanto como las investigaciones oficiales en caso de violencia policial contra manifestantes.
DIE LINKE apoya los esfuerzos a favor de realizar cambios sociales en Venezuela y otros países latinoamericanos con vista a una redistribución de la riqueza a favor de más igualdad y justicia social, educación y salud para amplios sectores de la población. Consideramos los cambios sociales en el marco de un socialismo de siglo 21 – tomando en consideración también las debilidades y las críticas justificadas al proceso bolivariano – una gran oportunidad para toda la izquierda. Nosotros como izquierda europea podemos aprender mucho de este proceso.
Dentro y fuera del parlamento luchará DIE LINKE para que en la actual situación complicada de búsqueda de una salida de la crisis interna la gente en Venezuela no sufra de acusaciones unilaterales políticamente motivadas.
En este contexto, DIE LINKE sigue apoyando todas las actividades a favor del intercambio político de experiencias con el movimiento bolivariano y el PSUV de Venezuela así como otras medidas de solidaridad internacional.

Busca

Carregando...