sexta-feira, 8 de agosto de 2014

BOA OPORTUNIDADE PARA DISCUTIR UM TEMA CENTRAL DE NOSSO TEMPO COM GENTE COMPETENTE.

Modecon  e  Casa da América Latina

Convidam:

Palestra: Os BRICS  e a Conjuntura Mundial

Palestrante: Prof. Theotônio dos Santos

Dia: 11 de agosto de 2014 ( segunda-feira)
Horário: 17:30h

Local: Associação Brasileira de Imprensa (ABI), sala Belisário de Souza,Rua  Araújo Porto Alegre. 71- 7º andar- Rio de Janeiro.



Contatos:
http://www.casadaamericalatina.org.br/

 


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A REDE DE REDES EN DEFESA DA HUMANIDADES INICIA UM MANIFESTO EM DEFESA DA PALESTINA, O PRÓXIMO PASSO DEVE SER UM MOVIMENTO PARA SUBMETER OS CHEFES DO ESTADO DE ISRAEL E DE SUAS FORÇAS MILITARES AO TRIBUNAL SOBRE CRIMES DE GUERRA EN LA HAYA.

EN DEFENSA DE PALESTINA


La Red en Defensa de la Humanidad (REDH), ante los trágicos sucesos que está viviendo el hermano pueblo palestino en Gaza, cumple con su deber de manifestar lo siguiente:

Declaramos nuestra adhesión a las palabras del compañero Evo Morales, fundador de la Red en Defensa de la Humanidad y Presidente del Estado Plurinacional de Bolivia, por el que se declara a Israel como Estado terrorista.

Manifestamos nuestra absoluta repulsa al genocidio que sufre el pueblo palestino a manos de un Estado fundado sobre el despojo y la ocupación colonial de los territorios palestinos.

Reconocemos y expresamos nuestra solidaridad con la heroica lucha del pueblo palestino y de sus organizaciones de resistencia, especialmente en Gaza, contra el intento de Israel de exterminarlo y arrebatarle los jirones que quedan de lo que fue su patria.

Condenamos el rol imperialista de Estados Unidos que alimenta y apoya política, financiera y militarmente a Israel ante la insólita inacción del Consejo de Seguridad de la ONU, cuyas resoluciones sobre la cuestión Palestina son violadas sistemática e impunemente por Washington. Unos Estados Unidos que muestran la hipocresía y el cinismo con el que han venido actuando a lo largo de su historia, amenazando con sanciones e intervenciones a pueblos de América Latina, África y Eurasia que defienden su soberanía al mismo tiempo que respalda la acción de Israel.

Denunciamos la complicidad con estos hechos, por omisión en algunos casos, de los gobiernos de la Unión Europea, así como la subordinación incondicional de los oligopolios mediáticos a los dictados de Washington. ¡Basta ya de llamar guerra al genocidio perpetrado por uno de los ejércitos mejor armados del mundo contra un pueblo cuyos recursos defensivos son infinitamente inferiores en número y calidad!

Animamos a sumarse a la campaña por el Boicot, las Desinversiones y las Sanciones al Estado terrorista de Israel, siendo hora de la solidaridad activa y creativa, más allá de comunicados de condena. Hemos fallado a las más de 1600 personas asesinadas en Palestina en las últimas semanas, así como a las más de 9000 heridas desde que comenzó la operación terrorista llamada hipócritamente “Margen Protector”.

Exigimos el fin del apartheid y el genocidio, así como de los muros y asentamientos ilegales. Demandamos a los gobiernos del mundo que exijan a Israel el cumplimiento de las resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU que lo obligan a retirarse de Gaza, Cisjordania y Jerusalén Oriental, retornar a las fronteras anteriores a la “Guerra de los Seis Días” (1967) y asegurar el retorno de los refugiados palestinos, tal cual fuera establecido por la Resolución del Consejo de Seguridad Nº 242 del 22 de noviembre de 1967, resolución incumplida hasta el día de hoy por el Estado de Israel.

Nos pronunciamos por una verdadera solución política del conflicto en Palestina sobre la base del diálogo, la negociación y la existencia de dos Estados con iguales derechos y fronteras delimitadas y reconocidas internacionalmente, solución que pasa por el inmediato levantamiento del bloqueo a Gaza y la liberación de todos los presos políticos palestinos. Saludamos la postura solidaria de los gobiernos del ALBA, Mercosur y otros gobiernos del Sur contra la bárbara conducta de Israel en Gaza.

Haciendo nuestras las palabras del revolucionario Nelson Mandela: “sabemos demasiado bien que nuestra libertad será incompleta sin la libertad de Palestina”, afirmamos que Israel ha perdido moral y políticamente esta batalla frente al valiente pueblo palestino y la condena creciente de los pueblos del mundo a un Estado “canalla” que viola la legalidad internacional. La indoblegable resistencia palestina tendrá su recompensa más temprano que tarde en la sonrisa de sus niñas y niños en una patria libre.
¡Contra el terrorismo israelí y el imperialismo estadounidense, en defensa del derecho de autodeterminación de Palestina y de todos los pueblos del mundo!

Evo Morales
Pablo González Casanova
Patricia Villegas
Atilio Boron
Win Dieckersen 
Omar González
Carmen Bohórquez
Ángel Guerra
Hugo Moldiz
Katu Arkonada
Ana Esther Ceceña
Gilberto López y Rivas
Alicia Castellanos
Winston Orillo
Hidelberto Pérez Grande
José Steinsleger
Manuel Zelaya
Patricia Rodas
Gabriel Vargas Lozano
Itzvan Mezaros
Marta Harnecker
Adolfo Pérez Esquivel
Piedad Córdoba
Franz Hinkelamert
Enrique Dussel
Theotonio Dos Santos
Mónica Bruckman

segunda-feira, 28 de julho de 2014

NÃO PERCAM MAIS UM DEBATE SOBRE A OBRA DE CELSO FURTADO ORGANIZADO PELO CENTRO INTERNACIONAL QUE TRAZ O SEU NOME.

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                copy 9 Centro
                  Internacional Celso Furt

28 de julho de 2014
Boletim N.73

A atualidade de Celso Furtado dez anos após sua morte




A atualidade da obra e do pensamento do economista Celso Furtado, dez anos após sua morte, será um dos temas do 2º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado. Haverá uma homenagem ao grande teórico do subdesenvolvimento, com resgate da sua contribuição para a formação do Brasil atual e revelações de fatos curiosos e desconhecidos da sua trajetória, durante mesa redonda mediada por Rosa Freire d'Aguiar, viúva de Furtado e presidente do Conselho Deliberativo do Centro. O encontro acontecerá na tarde do dia 20 de agosto com participação de estudiosos e profissionais que acompanharam a carreira do economista e ex-ministro da Cultura.

A mesa
2004-2014: a atualidade de Celso Furtado dez anos após sua morte será formada por Afrânio Garcia (Maison de Sciences de l'Homme), Aldo Ferrer (Universidade de Buenos Aires), Almino Affonso (ex-ministro do Trabalho do governo João Goulart), Angelo Oswaldo de Araújo Santos (presidente do Instituto Brasileiro de Museus), Carlos Brandão (economista do IPPUR/UFRJ) e Luiz Felipe de Alencastro (Universidade de Paris e FGV-SP).
Segundo Rosa, é uma oportunidade de mostrar a contemporaneidade do pensamento de Celso e reafirmar o novo interesse de algumas facetas do pensamento de Celso, como seus estudos sobre a cultura: “Um dos meus esforços sempre foi o de abrir o Centro para outras áreas de conhecimento, indo além da economia. Celso sempre teve um pensamento pluridisciplinar. Mas o fulcro de suas ideias é, evidentemente, a economia. E também aí suas ideias permanecem atuais. Afinal, enquanto o subdesenvolvimento não estiver superado, a teoria está válida, ainda que vá sendo reelaborada periodicamente por outros estudiosos. Celso, como também outros cientistas sociais brasileiros, devem ser relembrados e estudados em permanência. Ter a oportunidade de reunir um pequeno grupo que acompanhou o trabalho e as atividades de Celso em vida será um grande momento”, afirma.
“Quanto aos arquivos de Celso, tenho consciência de que é uma herança valiosa. Acredito que o meu dever seja transmitir este patrimônio da melhor maneira, pelos meios possíveis. É prazeroso escrever sobre Celso, conheço coisas que outras pessoas não conhecem graças a nossas conversas e convívio de 26 anos. Todos os meus textos sobre ele têm necessariamente um lado muito pessoal, mas ao mesmo tempo procuro me distanciar e encontrar um equilíbrio”, completa Rosa.
Publicações – Nos últimos anos de vida, a pedido de Rosa, Celso Furtado releu e fez anotações em suas publicações. De posse deste material, desde 2004, ano em que o escritor morreu, a viúva e herdeira dos arquivos e espólio cultural reeditou e publicou doze livros (contando os dois que saem este ano), entre eles algumas edições definitivas, com atualizações e notas de rodapé, uma obra comemorativa sobre o cinquentenário de “Formação Econômica do Brasil” (2009), e a importante coletânea “Essencial Celso Furtado” (2012). Criou em 2008 a coleção “Arquivos Celso Furtado”, coeditada pelo Centro Celso Furtado e a Editora Contraponto, pela qual já publicou 5 livros temáticos com material dos arquivos de Celso.
Durante o 2º Congresso, outros dois exemplares serão relançados: Anos de Formação e Obra Autobiográfica, que, de acordo com a presidente do Conselho Deliberativo do Centro, se complementam. “É um trabalho de resgate desde os anos iniciais de formação do Celso, que marcaram quem ele seria no futuro. Minha intenção é recuperar o passado e lançar novas ideias a partir de estudos deixados por ele, aproveitando os dez anos para mostrar a riqueza de seu pensamento”, destaca.
Anos de Formação 1938 -1948 (Editora Contraponto, 404 páginas), sexto título da coleção “Arquivos Celso Furtado”, se refere ao período dos 18 aos 28 anos de Furtado. Mostra seu interesse por questões internacionais – por meio dos textos escritos por ele quando esteve como oficial da FEB na Itália, durante a 2ª Guerra Mundial, e também das cartas enviadas à família durante o confronto. O livro também revela sua experiência no jornalismo, com reprodução de matérias publicadas, e ensaios inéditos retirados do caderno pessoal de Furtado; outros sobre sua paixão pela administração pública, a iniciação na ciência política.
A Obra Autobiográfica (Companhia das Letras, 670 páginas) é formada por uma trilogia. A Fantasia Organizada relembra o Rio de Janeiro dos anos 1940 e seu ambiente intelectual que deslumbrou o jovem recém-chegado da Paraíba; a devastada Europa do pós-guerra, percorrida durante o doutorado de economia em Paris; os anos vividos na América Latina, como diretor da Cepal e os estudos em Cambridge, convivendo com os contemporâneos de lo rde Keynes. A fantasia desfeita cobre os seis anos em que Celso Furtado trabalhou com Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart, como diretor da Sudene, e primeiro-ministro do Planejamento do país. Por fim, o terceiro volume, Os Ares do Mundo, evoca o golpe militar de 1964, a dedicação no exílio e a atividade acadêmica nas universidades de Paris, Yale, Cambridge e Columbia, onde produziu uma obra teórica vasta e original que expandiu as fronteiras da ciência econômica e aproximou-a das relações internacionais e da cultura.endidas pelo Centro Celso Furtado no sentido de qualificar o debate sobre desenvolvimento. A realização sistemática de um congresso que vise articular pensadores e estudiosos que trabalham com o tema no Brasil e no exterior é uma espécie de coroamento desse trabalho. O Brasil vive há muitos anos o dilema do curtíssimo prazo, com as questões de conjuntura dominando a agenda e ocupando um espaço significativo na mídia e se sobrepondo a questões estruturais mais amplas sobre o desenvolvimento. Essas questões são mais complexas, exigem medidas de longo prazo,  exigem mais políticas de Estado do que de governo. Esse quadro vivido pelo Brasil foi brilhantemente tratado pelo próprio Celso Furtado, no seu livro de 1992, Brasil, a construção interrompida. Sa&iacu te;mos de uma economia agroexportadora, no início do século passado, nos viabilizamos como uma das maiores economias do mundo, mas vivemos hoje o dilema do curto prazo, com uma deturpação do uso da política cambial, como instrumento de controle de preços, temos pouco espaço para políticas industriais e de desenvolvimento. E não obstante tudo isso, o Brasil logrou êxito, na última década e meia, em melhorar a sua distribuição de renda. Tivemos crescimento do PIB com mais distribuição. E a solidez desse processo passa por mudanças mais voltadas para o desenvolvimento de longo prazo. São questões que fazem parte desse grande debate que precisa ser feito da inserção do Brasil nesse mundo financeirizado, para viabilizar nosso desenvolvimento. Nesse sentido, o Congresso do Centro representa uma contribuição significativa.
Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento
Avenida República do Chile, 330, 2º andar, Ed. Ventura, Torre Oeste, Centro, CEP 20031-170 - Rio de Janeiro-RJ
Tel.: +55 (21) 2172-6312 / 2172-6313 Fax: +55 (21) 2172-6314
URL:
http://www.centrocelsofurtado.org.br
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ALEMANHA ENTRARÁ NOS BRICS?

NUMA MATÉRIA SOBRE OS BRICS PUBLICADA HÁ POUCOS DIAS NO MEU BLOG EU CHEGAVA À CONCLUSÃO DE QUE A ÚNICA ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA SERIA ENTRAR NOS BRICS. VER AQUI NESSE LINK. NESTA MATÉRIA DIVULGADA PELO CORREIO DO BRASIL SE MOSTRA COMO ESTA CONCLUSÃO JÁ ESTAVA NA CABEÇA DA LIDERANÇA POLÍTICA ALEMÃ... VIVA A EURÁSIA. ALIADA ESTREITA DA GRANDE PÁTRIA LATINOAMERICANA. FORA O IMPERIALISMO E SUAS GUERRAS INTERMINÁVEIS...

http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/intencao-velada-de-a-alemanha-integrar-os-brics-assusta-os-eua/718707/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20140728

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Zbigniew Brzezinski e a lucidez da consciência conservadora

Marco Gandásegui nos envia uma enrevista do El Pais ao ex-conselheiro de segurança nacional de Jimmy Carter que revela muito nitidamente a lucidez da consciência conservadora que compreende finalmente os limites da hegemonia norte-americana sobre o Mundo atual.

Registro também o meu Artigo sobre "globalização, futuro do capitalismo e das potências emergentes" no livro "Países emergentes e os novos caminhos da modernidade", publicado pela UNESCO em 2008. Não seria mal também ler o meu artigo sobre "unipolaridade ou hegemonia compartilhada ?" publicado na série de livros sobre hegemonia e contra-hegemonia (volume 1º, co-edição PUC, Loyla, REGGEN, 2003). Podem se localizar também nos textos para discussão da REGGEN: www.reggen.org.br

“Ninguna potencia puede ser hegemónica”

Zbigniew Brzezinski, consejero de seguridad nacional con Carter y sabio de la política exterior, describe un mundo caótico y sin un líder único en una semana complicada para Barack Obama
Marc Bassets Washington 21 JUL 2014 - 01:17 CEST4/ El País

 Zbigniew Brzezinski, exconsejero de Seguridad de EE UU. / m. ngan (getty)

Cuando trabajaba junto al presidente Jimmy Carter, Zbigniew Brzezinski le recomendaba un ejercicio inusual en políticos norteamericanos: plantarse ante el mapamundi y reflexionar con la vista más allá del día a día, con la “visión estratégica” que da título a su libro más reciente.
“En mis días yo miraba mucho el mapa y con frecuencia animaba al presidente a que mirásemos juntos al mapa y discutiésemos”, recuerda Brzezinski en su despacho del Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales (CSIS), el laboratorio de ideas en Washington donde trabaja. En el despacho, claro, tiene un mapamundi.
Brzezinski (Varsovia, 1928) mantiene la capacidad para observar el mundo —el mapa— a vista de pájaro. Y lo que ve no le gusta.
El jueves recibió a EL PAÍS cuando acababa de conocerse la noticia del derribo un avión comercial en Ucrania y a unas horas para que Israel lanzase una operación terrestre en Gaza. En el ritmo desbocado de la información continua, por unos minutos el mundo pareció fuera de control y el presidente de EE UU, Barack Obama, un bombero desbordado por incendios incontrolables.
Sobre el conflicto israelopalestino, Brzezinski, que participó en la negociación de los acuerdos de Camp David entre Israel y Egipto en 1978, dijo: “Debemos afrontar el hecho de que una parte es muy débil, los palestinos, y una parte es muy fuerte, los israelíes, y por tanto se requiere más persuasión con los israelíes”. “Sin duda”, añadió, “tenemos mucha capacidad de influencia con Israel, porque le damos mucha ayuda económica y militar, y sentimos una gran simpatía por su pueblo”.
"En mis días yo miraba mucho el mapa y animaba al presidente a que mirarlo juntos"
Las consecuencias de la caída del avión de Malaysia Airlines “podrían ser enormes, en particular si resulta que los rusos suministraron el arma o la dispararon ellos”, dijo Brzezinski. “Pero todavía no lo sabemos”.
El día siguiente, viernes, cuando Obama había señalado a los rebeldes prorrusos —e, indirectamente, a sus patrocinadores en Rusia— como responsables del ataque, Brzezinski envió un mensaje electrónico: “Los responsables por el ataque a la aerolínea deberían ser juzgados ante el Tribunal Criminal Internacional, y su patrocinador debería pagar a las víctimas”.
Con su coetáneo Henry Kissinger, Zbig —como le llaman quienes lo conocen— es el último sabio de la política exterior norteamericana. Como Kissinger, nació en Europa y vivió el sueño americano. Con Kissinger, ha sido el más brillante y seguramente el más influyente Consejero de Seguridad Nacional de la Casa Blanca, que asesora al presidente en materia de política exterior y defensa. Ejerció el cargo entre 1977 y 1981.
Brzezinski está acostumbrado a las crisis: le tocó afrontar la caída del Sha en Irán y la invasión soviética de Afganistán en un tiempo en que, como ahora, se hablaba de declive de EE UU y de un presidente débil que invitaba a los rivales a sentirse fuertes. Entonces era Carter; ahora, Obama. Ambos, demócratas.
Zbig ve un mundo desencuadernado y sin líder: EE UU debe conformarse con intentar reducir, en cooperación con otros países, los riesgos que entrañan los nuevos desequilibrios internacionales.
"El caos no es producto de un solo país. El orden, tampoco"
“El mundo hoy está tan despierto, tan activo políticamente, que ninguna potencia puede ser hegemónica”, dice. “La responsabilidad de América en este caos debe ser compartida con cualquiera que participe en él. El caos no es producto de un solo país. El orden, tampoco”.
A la pregunta sobre si EE UU debería aspirar a poner orden, contrarresta: “La manera que usted tiene de pensar es muy tradicional: que una potencia puede dictar las respuestas, o resolver los problemas, o imponer su modelo. Mi argumento es simple: no vivimos en una era en la que el dominio imperial del mundo sea una opción realista”.
Conversar con Brzezinski es someterse a un combate dialéctico. Jimmy Carter siempre ha dicho que Zbig era su vecino de asiento favorito en los viajes de larga distancia. “Quizá nos peleábamos, pero nunca me aburría”, ha escrito.
¿EE UU en retirada? “No creo que América se esté retirando del mundo. Si se miran las estadísticas, probablemente esté más implicada en el mundo que cualquier otro país: la economía y las finanzas, la información, los viajes, lo que sea”.
“Es una nueva era, es diferente”, dice en otro momento. “Napoleón podía soñar en el dominio global. Y después, con la revolución industrial, con el ascenso de las potencias modernas, algunos líderes tenían planes de dominio global. Y después, con el ascenso del comunismo, algunas personas pensaban en un dominio global ideológico y militar. Y después América, cuando logró ser dominante, tenía la idea de la democracia brotando por doquier”.
"¿Deberíamos luchar contra [el ascenso chino]? ¿Deberíamos impedir que China tuviese más éxito?"
Todo esto terminó. Vivimos en la era de la complejidad, de los claroscuros, y no existen respuestas claras.
El referéndum de independencia en Escocia, el próximo septiembre, y la iniciativa para convocar un referéndum de secesión en Cataluña son, según Brzezinski, una prueba más de una realidad “fragmentada, turbulenta, contradictoria, sin una pauta uniforme en una u otra dirección”.
“De un lado tenemos la necesidad de Europa: muchas personas reconocen que Europa es necesaria en el mundo. De otro, tenemos movimientos, en Europa, que buscan realizar sus aspiraciones étnicas o nacionalista, lo que resulta contradictorio”.
“Tendremos problemas graves con la posibilidad de una secesión escocesa, porque disminuirá el papel constructivo de Gran Bretaña”, prosigue. “No sabemos cómo se resolverá la cuestión catalana, pero sin duda complicará los problemas de España, sus problemas financieros”.
La escalada violenta en Irak difícilmente pude atribuirse a una sola causa. “Si queremos medir de quién es la culpa, quizá fueron los británicos y franceses en 1918”, dice. Él, que se opuso a la invasión norteamericana de 2003, acepta que la violencia actual es “parcialmente” una consecuencia de aquel ataque. “Pero no se pueden reducir las causalidades históricas a acontecimientos aislados porque nos gusten o no nos gusten”.
¿Contener el ascenso de China en Asia? “¿Qué significa la palabra contener?”, replica.
“¿Usted cree que China intenta dominar otros países?”, dispara.
“China está en ascenso. Esto es un hecho”, zanja.
—¿Debe aceptarlo Estados Unidos?
—¿Deberíamos luchar contra ello? —responde— ¿Deberíamos impedir que China tuviese más éxito?
Brzezinski elogia a Obama por ser “más consciente” que sus tres antecesores —George Bush padre, Bill Clinton y George Bush hijo, los tres presidentes de la postguerra fría— de los límites del poder del presidente de EE UU.
“Actuar de una manera que esté divorciada de las realidades complejas que dominan el mundo probablemente signifique actuar de una manera mucho más peligrosa”, avisa. “¿Quiere usted una repetición de 2003, con el ataques de Estados Unidos a Irak? ¿Para evitar, por ejemplo, el dominio de China? ¿Adónde nos llevaría? Esta es la clave”.
Barack Obama no sería el primer presidente de EE UU que ya no lidera el mundo sino el primero consciente de ello.

terça-feira, 15 de julho de 2014

CHILE RELATIVIZA LA ALIANZA DEL PACIFICO Y SEGURAMENTE SE SUMA A LA UNASUR Y AL PROYECTO DE LOS BRICS.

En el momento en que los BRICS se reúnen en Brasil dando un paso superior en la direccicn de la reestructuración de la economía mundial, y que los países miembros de UNASUR son llamados para participar de un encuentro con los presidentes y jefes de Estado que forman los BRICS es bueno tomar en consideración  el pronunciamiento de Heraldo Muñoz, ministro de relaciones exteriores de Chile, gran conocedor de la teoría de la dependencia sobre la cual publicó un libro muy importante, planteó la nueva politica exterior chilena de la presidente Bachelet. 



El País, España

Columna de Opinión Canciller Heraldo Muñoz: "Convergencia en la diversidad: la nueva política latinoamericana de Chile"

La estrategia exterior no tendrá un sesgo ideológico, sino que favorecerá una región más integrada y con una identidad propia.
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América Latina cambió en la última década. La región es hoy más diversa y autónoma y, pese a sus logros en crecimiento y reducción de pobreza, se enfrenta a importantes desafíos. Para afrontar estos problemas, Chile, bajo el gobierno que ahora encabeza la Presidenta Michelle Bachelet, buscará trabajar desde y con América Latina y el Caribe.
El nuevo gobierno de Chile priorizará la región y en particular América del Sur. Nuestro propósito será fortalecer la presencia del país en los distintos mecanismos de integración existentes, impulsando puentes de acuerdo por encima de las diferencias ideológicas o subregionales. La política exterior de Chile no tendrá un sesgo ideológico, sino que pondrá énfasis en avanzar pragmáticamente hacia una región más integrada y con una identidad propia.
Los principios de apego al derecho internacional, promoción y defensa de la democracia y los derechos humanos, solución pacífica de las controversias, independencia y respeto a la soberanía, entre otros, que siempre han guiado nuestra política exterior, se mantendrán como eje de una política de Estado. Pero Chile dará un giro en su política exterior desde un enfoque que ha privilegiado las relaciones económicas –que seguirán siendo muy importantes para el país-- hacia una perspectiva integral que otorgue similar peso a las dimensiones políticas, sociales y culturales de nuestros lazos externos en un mundo cada vez más globalizado, con una ciudadanía activa e interconectada a través de las fronteras nacionales.
Las opciones de integración de nuestra región hoy se bifurcan en diversas direcciones económicas y políticas, en detrimento de su influencia en un mundo organizado en bloques regionales. Falta convergencia y concertación en América Latina y el Caribe.
La nuestra es una región de economías de renta media que tiene necesidades diferentes a las de otras regiones en desarrollo. Entre nuestras prioridades están la reducción de las enormes desigualdades, remediar la postergación de los pueblos indígenas y otras minorías, enfrentar la baja calidad de la educación, la insuficiente inversión en ciencia y tecnología, la inseguridad ciudadana. Pero si no somos capaces de concertarnos para impulsar respuestas como bloque, la agenda de desarrollo post-2015 de Naciones Unidas, ya en plena elaboración, no reflejará adecuadamente nuestros intereses comunes.
Existe una diversidad de caminos en la región para avanzar en el desarrollo. Seremos respetuosos con esas diferencias, entendiendo, sin embargo, que es posible construir un todo integrado de partes distintas y desiguales. Hay espacio para proyectos subregionales que pueden ser ladrillos para la construcción de un proyecto mayor y más incluyente de integración latinoamericana.
Chile valora la Alianza del Pacífico como esquema de integración económica y plataforma comercial de proyección colectiva a la región de Asia Pacífico; pero no compartirá pretensión alguna de concebir dicha Alianza como un bloque ideológico excluyente o antagónico con otros proyectos de integración.
A modo de ejemplo, debiéramos discutir la posibilidad de materializar una convergencia de la Alianza del Pacífico con el Mercosur, sin perjuicio de adoptar el concepto de la Unión Europea de las "velocidades diferenciadas" que permitiría a los países que estén en condiciones, y así lo deseen, avanzar más rápido que los demás en el proceso integrador.
Convergencia en la diversidad es la política que Chile buscará promover en América Latina. Es una opción que combina realismo y voluntad política de avanzar hacia una región más integrada y autónoma.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A SOCIAL DEMOCRACIA ALEMÃ FAZ AUTOCRÍTICA: HAVR ADOTADO POLÍTICAS NEOLIBERAIS DEPOIS DE UMA CAMPANHA SOCIAL DEMOCRATA FOI A CAUSA DO RECUO BRUTAL DA SOCIAL DEMOCRACIA. MAS COMO MUDAR AGORA SE CONTINUA O PRECONCEITO CONTRA AS ESPERÊNCIAS SOCIALISTAS? MAS VALE A PENA SEGUIR A DISCUSSÃO DE GRANDE REPERCUSSÃO INTERNACIONAL.

A crise da social Democracia alemã é discutida aqui com certa
profundidade. Mas existe muita debilidade quando se trata de
alternativas. Contudo, a discussão está somente começando e  é
importante o reconhecimento de que o fracasso do PSDalemão vem da adoção
de uma política neoliberal depois de uma campanha eleitoral dirigida
contra o neoliberalismo. Perda de apoio e de confiança no partido.
Confusão ideológica e estratégica reconhecida... Onde ficam a Esquerda,
os Verdes e um possível frente entre estas três forças quando o SPD
prossegue uma união com os Social-Cristão? Que caminho pode existir para
uma Europa atlantista diante de uma ofensiva de uma estratégia euro
asiática por parte da Rússia e da China e talvez da Índia?
Grandes mudanças estão em curso por lá. E por aqui?

http://library.fes.de/pdf-files/bueros/brasilien/10787.pdf

domingo, 13 de julho de 2014

AINDA SOBRE O AUGE E O DECLÍNIO DO NEOLIBERALISMO.


Deve-se tomar bem a sério as análises econômicas e politicas que demonstravam já nos anos 80 e 90 os profundos problemas e crises a que conduziriam a economia mundial. Meu livro sobre Do terror à Esperança: Auge e Decadência do Neoliberalismo (Idéias & Letras, 2004) realiza talvez a síntese mais ampla e mais crítica (no sentido científico deste termo) de uma doutrina económica mas sobretudo politica e ideológica que dominou o ambiente intelectual dos anos 1980-1990. Tive muita satisfação de ver a edição em castelhano do Banco Central da Venezuela esgotar-se em poucos meses. Mas me sinto muito satisfeito também de ver que a edição em mandarim saída no ano passado pela Academia Chinesa de Ciências Sociais vem encontrando excelente repercussão. Ela não é alheia ao fato de que a Associação  Mundial de Economia Política  (WAPE na sigla em inglês) decidiu outogar-me no ano passado o Prêmio Mundial de Economista Marxiano (2013).

É por isto que me causou muito prazer encontrar (ainda que tardiamente) a publicação da crítica de  Segrillo realizada em 2004, em seguida à publicação do livro em português. Fiquei muito encantado com sua afirmação no começo de seu excelente artigo de que se tivesse escolher 3 livros para levar a uma ilha perdida do mundo incluiria com certeza este livro meu. Leia sua crítica tão objetiva e rica em importantes sugestões para o aprofundamento do tema:

http://www.redalyc.org/pdf/1670/167013389010.pdf

O TRIBUNAL DO TRABALHO DE SANTA CATARINA SE INERESSA PELOS GRANDES TEMAS DE NOSSO TEMPO. VER ENTREVISTA COM THEOTONIO DOS SANTOS SOBRE GLOBALIZAÇÃO E NEOLIBERALISMO EM 3 PARTES.

VEJA A ENTREVISTA EM 3 PARTES QUE SE ENCONTRA NO CANAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DE SANTA CATARINA, ATRAVÉS DO YOU TUBE. AS PERGUNTAS BEM ORIENTADOS PERMITIRAM EXPLICAR MUITAS QUESTÕES FUNDAMENTAIS DO NOSSO TEMPO.

https://www.youtube.com/watch?v=6Pg80ylbhE4

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